MARANATA E SUA ESCOLA DE TEATRO DOMINICAL – ETD/ICM | APRENDA COM O MESTRE ALEXANDRE GUEIROS!

MARANATA E SUA ESCOLA DE TEATRO DOMINICAL – ETD/ICM | APRENDA COM O MESTRE ALEXANDRE GUEIROS!

6 de novembro de 2026 Off Por Sólon Pereira

Por Sólon Pereira – Projeto Análise | Celeiros

Análise crítica da EBD da Igreja Cristã Maranata de 1º de novembro de 2026, sobre João 15, a videira e os ramos, amor, obediência e frutos.

Vídeo de referência: EBD ICM — 1/11/2026 (a partir de 17:00).

Análise geral da EBD de 1º de novembro de 2026

A aula parte de João 15:1–17, com o tema da videira, dos frutos, da permanência em Cristo, do amor e da obediência. Em princípio, são temas centrais da fé cristã. O problema não está em ensinar que o amor produz obediência ou que a vida cristã deve produzir frutos. Está em como a aula identifica esses frutos e a obediência com práticas e estruturas da própria ICM, enquanto apresenta o amor e o arrependimento como sinais inequívocos de uma vida transformada.

Essa ligação aparece repetidamente: a “palavra viva” seria “aquilo que está além da letra” (30:57); Deus falaria hoje “através dos dons espirituais” (33:11); os ramos fiéis estariam “integrados à igreja” e obedeceriam à voz do Senhor (34:55); e, mais adiante, a igreja estaria obedecendo por receber “toda a direção” por meio dos dons (1:04:56). Assim, a aula não fica apenas em “permaneçam em Cristo” ou “amem uns aos outros”. Ela direciona o ouvinte a reconhecer a comunhão com Cristo por meio da participação e da obediência à comunidade e às orientações que ela atribui a Deus.

1. A passagem bíblica e a interpretação institucional

Em João 15, Jesus é a videira e os discípulos são os ramos. A aula transforma essa imagem em uma afirmação institucional: “a igreja é corpo de Cristo”, seguida da referência a “cada culto”, “lá na nossa igreja”, no Maanaim, em vigílias e visitas (46:26–47:59).

A comparação entre Cristo e a igreja pode funcionar como metáfora da comunidade cristã. Mas a passagem lida não identifica a videira com uma denominação específica, nem diz que permanecer em Cristo significa integrar-se a determinada igreja local ou submeter-se às suas direções internas. A aula não apresenta isso como uma aplicação possível entre outras; trata como a conclusão da passagem.

Essa diferença importa porque o discurso começa com uma autoridade que, para os ouvintes, é a de Jesus. Depois, essa autoridade é aplicada às mediações institucionais da ICM. Se as direções da igreja são apresentadas como a própria voz do Senhor, questioná-las pode parecer, por consequência, desobedecer a Cristo. É uma passagem teológica importante: a obediência a Jesus vai sendo aproximada da obediência à estrutura que afirma falar em nome dele.

2. “Além da letra” e dons como fonte de direção

Um dos pontos mais significativos aparece quando Gerson afirma que “a palavra viva não é a letra, é aquilo que está além da letra” e que é a palavra revelada nos corações que produz transformação (30:57). Pouco depois, a aula pergunta como Deus fala hoje e responde: “através dos dons espirituais” (33:11).

A passagem de João diz que os discípulos estavam limpos “pela palavra” de Jesus. A aula usa isso para afirmar que Deus continua falando por revelações atuais. Isso pode ser defendido como uma interpretação religiosa, mas não é a única leitura possível do texto, e a aula não demonstra por que a fala contemporânea por dons deve ter autoridade equivalente ou superior à Escritura.

O problema se acentua quando essa “direção” é associada à igreja e à obediência. Se a palavra escrita pode ser considerada apenas a letra, enquanto a direção decisiva está além dela, quem interpreta essa direção passa a ter grande poder sobre a consciência dos fiéis. A aula não estabelece critérios claros para distinguir uma revelação legítima de uma decisão humana apresentada como revelação. Esse ponto merece atenção especial porque, em outras EBDs, já observamos a defesa de revelações que orientariam a vida da comunidade e a tendência de tratar a interpretação institucional como manifestação da vontade de Deus.

Também há uma associação simbólica entre videira, uva, vinho e Espírito Santo (25:30). Ela pode funcionar como ilustração, mas João 15 não explicita essa cadeia de significados. A aula a apresenta com bastante segurança, embora seja uma construção interpretativa do pregador.

3. Amor, perdão e obediência

A segunda parte enfatiza o amor de Cristo, o amor entre os discípulos e o perdão. Alexandre diz que o amor recebido de Jesus torna possível amar os outros (58:08) e afirma: “para nós agora é fácil perdoar” as pequenas ofensas porque fomos perdoados de uma dívida impagável (58:08–58:22).

A ideia de que quem recebeu perdão deve perdoar é coerente com o ensino cristão. Mas dizer que agora é “fácil” perdoar é uma generalização pastoral frágil. Há ofensas que causam danos profundos; perdoar pode ser um processo difícil, e não significa apagar o dano, dispensar responsabilização ou restabelecer automaticamente a confiança. A frase corre o risco de fazer alguém que ainda luta com uma dor legítima sentir que está falhando espiritualmente.

A obediência também aparece como condição repetida: “A condição, portanto, é obediência” (49:22); “o segredo de ser amigo do Senhor Jesus é […] obediência” (1:03:45); e a igreja vive em obediência porque ouve a direção recebida pelos dons (1:04:56). João 15 de fato associa permanecer no amor de Jesus a guardar seus mandamentos. O ponto crítico não é a presença da obediência, mas quem define, na prática, quais ordens são os mandamentos de Jesus e quais são orientações da liderança. A aula aproxima essas categorias sem desenvolver a distinção.

Há ainda uma tensão entre a afirmação de que Jesus escolheu pessoas sem mérito ou requisitos (1:06:13) e a afirmação de que frutos de arrependimento e permanência são prova da salvação (1:08:52–1:10:04). Essa combinação pode ser teologicamente coerente se os frutos forem apresentados como consequência da graça, e não como preço da salvação. Mas, no contexto da aula, os sinais de fruto incluem permanecer em comunhão, servir e obedecer às direções atribuídas à igreja. Isso pode transformar uma doutrina sobre transformação moral em um teste de fidelidade institucional.

4. Frutos de arrependimento: uma medida que precisa valer para todos

A aula afirma que o verdadeiro arrependimento não pode ser “de fachada” (32:00) e que o fruto digno de arrependimento prova que alguém passou da morte para a vida (1:08:52–1:10:04). Esse critério é relevante e pode ser aplicado à liderança também.

Se arrependimento significa mudança concreta de conduta, ele não pode servir apenas para avaliar os membros. Deve valer para pastores, dirigentes e para a instituição. Uma comunidade que ensina amor, perdão, humildade e transformação precisa aceitar que suas próprias atitudes sejam examinadas por esses mesmos critérios. Se cobra obediência dos fiéis, mas não admite perguntas sobre a conduta de quem dirige, cria-se uma assimetria moral: o membro é examinado pelos frutos; a liderança permanece protegida da mesma avaliação.

À luz das questões que já observamos em EBDs anteriores, essa é uma tensão central. Temos visto mensagens que afirmam que a igreja julga por revelação, que quem sai pode ser descrito como carnal ou sem compromisso, e que a permanência na comunidade é aproximada da fidelidade a Cristo. A aula desta semana não repete necessariamente todas essas formulações, mas reforça uma estrutura semelhante: comunhão com Jesus, obediência e integração à igreja aparecem encadeadas. O risco é que a crítica à liderança seja recebida não como uma cobrança ética legítima, mas como falta de fruto ou desobediência espiritual.

5. O amor apresentado é amplo ou restrito ao grupo?

Alexandre diz: “Amar os irmãos da nossa igreja local” (1:10:09). O mandamento de Jesus em João 15 está dirigido aos discípulos, então mencionar o amor entre os irmãos faz sentido naquele contexto. Ainda assim, a aula poderia ter esclarecido que o amor cristão não termina nos limites da congregação.

A expressão isolada não prova exclusivismo. Mas, quando aparece junto da identificação entre corpo de Cristo e igreja local, ela pode contribuir para uma visão em que o dever de amar é enfatizado sobretudo dentro do grupo, enquanto os que estão fora são tratados como menos próximos da vida cristã. Isso dialoga com preocupações já levantadas em EBDs anteriores sobre a fronteira entre a ICM e as demais igrejas.

6. O risco de o discurso perder credibilidade

A preocupação com a distância entre mensagem e prática é pertinente. Quando uma instituição ensina amor, perdão, arrependimento e obediência a Deus, mas membros ou observadores veem práticas que lhes parecem incompatíveis com esses valores, pode surgir descrédito. Pessoas atentas podem concluir que a linguagem espiritual está sendo usada para cobrar dos fiéis uma conduta que a liderança não aplica a si mesma.

Mas convém formular isso com precisão: a contradição percebida não prova, sozinha, que cada dirigente seja hipócrita ou que toda a mensagem seja falsa. Para sustentar uma acusação concreta, é necessário comparar afirmações específicas com atos documentados, considerar o contexto e distinguir uma falha individual de uma prática institucional. O argumento mais sólido é que uma comunidade que prega arrependimento deve aceitar ser cobrada por evidências de arrependimento e mudança — inclusive em sua liderança.

O efeito reputacional, porém, é plausível. Se a mensagem de amor e arrependimento é recebida como ideal elevado, mas as práticas observadas parecem seletivas, a autoridade moral da liderança pode se enfraquecer. Isso tende a ser mais evidente para quem conhece tanto o discurso interno quanto os episódios concretos que motivam as críticas.

7. Os pastores do Leste Europeu e a hipótese de uma mensagem de apresentação

Segundo o contexto informado pelo autor, esta EBD ocorreu ao final de um seminário com pastores de igrejas do Leste Europeu presentes. A abertura saúda “todas as igrejas, do Brasil e do exterior” (17:03), mas a degravação, por si só, não permite afirmar que a aula foi preparada especificamente para causar boa impressão nesses visitantes.

A hipótese é plausível como leitura do contexto, mas permanece hipótese. O texto tem temas atraentes para qualquer público cristão — amor de Cristo, perdão, alegria, salvação e frutos — e, ao mesmo tempo, inclui elementos institucionais característicos da ICM: “além da letra”, dons como canal atual de direção e obediência à igreja. Para demonstrar que houve uma estratégia deliberada de apresentação, seria preciso comparar esta aula com o conteúdo habitual, o público presente e a forma como a ICM descreve sua relação com essas igrejas.

A degravação, por si só, não permite confirmar a afirmação de que o crescimento externo da ICM decorra principalmente da incorporação de igrejas em situação difícil, nem que os pastores visitantes desconheçam a realidade brasileira. Essa leitura pode ser investigada, mas deve ser apresentada como hipótese até haver dados, documentos ou testemunhos verificáveis. Se esses líderes conhecerem depois práticas brasileiras incompatíveis com a mensagem apresentada, isso poderá produzir uma quebra de confiança — mas o risco não prova que a intenção original da aula fosse ocultar essas práticas.

Síntese

A EBD transmite uma mensagem cristã reconhecível sobre permanecer em Cristo, produzir frutos, amar e obedecer. A tensão está em usar esses temas para aproximar a fidelidade a Jesus da integração e da obediência à ICM, enquanto a “palavra viva” é associada a revelações atuais interpretadas pela própria comunidade.

A pergunta crítica que a aula deixa em aberto é: se os frutos dignos de arrependimento são a prova da vida cristã, a liderança e a instituição aceitam ser avaliadas pelos mesmos frutos que exigem dos membros? Se a resposta prática for negativa, o discurso de amor e arrependimento pode perder credibilidade, sobretudo entre pessoas que conhecem as práticas da igreja e observam a diferença entre o que se ensina e o que se faz.

Avaliação honesta: a crítica à tensão entre o discurso moral e a prática institucional é forte quando apoiada em episódios concretos já documentados. Já a hipótese de que esta EBD foi concebida para conquistar a confiança dos pastores estrangeiros é possível, mas não fica demonstrada pela degravação isoladamente.

DEGRAVAÇÃO

Transcrição conforme o documento fornecido. O arquivo indica o intervalo de 00:17:00 a 01:11:35.

Igreja Cristã Maranata • EBD de 1º/11/2026

DOUGLAS SPANGHERO

[00:17:03] Nós saudamos a todas as igrejas. Do Brasil e do exterior. Com a paz do Senhor Jesus, estamos participando dessa escola bíblica dominical transmitida diretamente aqui do Maanaim de Marechal Floriano. Tivemos um seminário abençoado neste final de semana para jovens e também para a classe de principiantes. Nesta escola bíblica, nós daremos continuidade aos ensinos encontrados nos sermões do Senhor Jesus. De maneira especial nessa escola bíblica, nós estudaremos no Evangelho segundo João, no capítulo 15, encontraremos entre os versículos primeiro ao 17, a afirmação do Senhor Jesus quando ele se apresenta como a videira verdadeira. Eu convido a todos que puderem a estarem de pé para lermos do versículo 1 ao versículo 8 do Evangelho segundo João, capítulo 15. Primeiro versículo diz assim:

"Eu sou a videira verdadeira e o meu pai é o lavrador. Toda a vara em mim que não dá fruto atira e limpa toda aquela que dá fruto para que dê mais fruto." Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Está em mim e eu em vós. Como a vara de si mesma não pode dar fruto se não estiver na videira. Assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas. Quem está em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora como a vara e se secará. E os colhem e lançam no fogo e ardem. Se vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito. Nisto é glorificado o meu Pai, que deis muito fruto e assim sereis meus discípulos.

[00:19:35] Vamos orar a Deus. Senhor, rogamos a ti que operes em nosso coração. Dá-nos o acesso aos teus mistérios, aos ensinos eternos que edificam a nossa vida. Ser conosco. Assim oramos em nome de Jesus. Amém. Podeis assentar. Louvor 463. Vem, Senhor, visita a tua vinha.

[00:20:23] Vem, Senhor, visita tua venha que plantaste nossas vidas com tua destra. Senhor visita tua que compraste com teu precioso sangue.

[00:20:56] Vem visita mim.

[00:21:11] Sta o meu coração e d o teu santo perdão e faz me repousar em ti, Senhor.

[00:21:41] Quero ser, Senhor, teu servo amado, pois confio em teu poder, ó meu Jesus. Quand é que para mim é infinito e é dado a todo aquele que te crê.

[00:22:20] Purifica-me.

[00:22:27] O meu coração e la o teu santo perdão e faz me repousar em ti, Senhor, e paz. Repousar em ti, Senhor.

GERSON BELUCI

[00:23:04] Amém. Eu saúdo a todos que estão conectados conosco e também aos irmãos que estão aqui no Maanaim de Domingos Martins em Marechal Floriano. A todos então, a paz do Senhor. Amém.

Queridos irmãos, nós aprenderemos nesse estudo de João 15, nesses versos de um até o verso 17, que serão abordados hoje sobre a importância de estarmos em comunhão com o Senhor Jesus e gerarmos frutos na nossa caminhada.

O texto diz, né, nós lemos aí no versículo primeiro, Jesus é a videira verdadeira. Deus pai é o lavrador, é o viticultor. E nós, seus servos, nós somos os ramos.

O Senhor Jesus nos chama a permanecer no seu amor e em comunhão constante com ele, para que possamos produzir fruto, aquele fruto que ele espera de nós.

[00:24:24] Quais frutos são esses? São frutos para o reino de Deus. E que esses frutos glorifiquem o nome de Deus Pai.

Então, nós vamos meditar do verso um ao verso nessa primeira parte e eu convido os irmãos a abrirem as suas Bíblias e acompanharem os versículos que nós vamos abordar rapidamente.

O verso primeiro, como eu já enfatizei, fala da videira, né? Eu sou. É uma declaração gloriosa do Senhor Jesus. O evangelho de João tem muitas vezes essa declaração, Jesus se colocando como eu sou, eu sou a porta, eu sou o caminho, a verdade e a vida e outras referências. E aqui o Senhor Jesus se apresenta como sendo: "Eu sou a videira verdadeira". Então a videira nos mostra, meus irmãos, ele como aquela árvore que produz uvas.

[00:25:30] E que, por sua vez, nós sabemos que a uva é usada para a produção do vinho. E o vinho, todos sabem, representa quem? O Espírito Santo. Então, o Senhor Jesus, que é a videira verdadeira, aquele que produz a uva e que da uva produz o vinho, e o vinho fala do Espírito, o Espírito Santo é aquele que batiza com o Espírito Santo. É aquele que enche o nosso coração de alegria, de poder para testemunhar, de poder para vivermos uma vida em santificação.

[00:26:11] Jesus disse isso, né? Quando ele pegou o cálice de vinho, ele disse:

"Este cálice é o cálice da nova aliança no meu sangue, do novo testamento no meu sangue."

Então, nós sabemos que o Senhor Jesus morreu, ressuscitou, derramou o seu espírito exatamente para estarmos no Novo Testamento, na nova aliança realizada pelo seu sacrifício glorioso.

Nós podemos glorificar ao Senhor por isso, não é verdade? E aí fala também do lavrador. Ainda nesse versículo, o Senhor Jesus apresenta Deus Pai como o lavrador.

Assim como o lavrador é aquele que prepara a terra para o plantio, Deus Pai se inclinou para nós, para a humanidade, plantou essa videira gloriosa que é o Senhor Jesus. Quando isso aconteceu? Quando ele enviou seu filho para descer da sua glória, deixar toda a bênção da glória, não é? Toda a maravilha da glória de Deus, se tornar homem, se humilhar, morrer em uma cruz, ressuscitar para que nós tivéssemos essa oportunidade de em Jesus darmos fruto.

[00:27:33] Então, quando isso tudo aconteceu, foi para a nossa salvação, para que recebêssemos dele a promessa do Espírito Santo. E assim consequentemente a nossa salvação.

Tem um versículo que muitos chamam de o coração da Bíblia, aquele que fala da nossa salvação devido ao grande amor de Deus. Eu tenho certeza que todos conhecem: porque Deus amou ao mundo. Deus amou o mundo de tal maneira”.

Querem falar juntos?

Deus amou o mundo de tal maneira. De que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.

O verso dois já fala: "Toda vara que em mim não dá fruto a tira e limpa, para que… a tira e limpa… toda aquela que dá fruto para que dê mais fruto ainda. Toda vara em mim que não dá fruto a tira e limpa toda aquela que dá fruto para que dê mais fruto ainda.

Então, meus irmãos, a importância de nós, uma vez salvos, nós desfrutamos dessa videira verdadeira, dos resultados do Espírito Santo no nosso coração, o lavrador, que é o Pai, ele almeja ver os frutos da videira em nós.

Deus espera que nós produzamos esses frutos. E os ramos que não produzem frutos não tem sentido, não servem para nada, a não ser para serem retirados e lançados fora. Por outro lado, você, certamente, nós que somos ramos frutíferos, nós somos limpos. Limpos para produzirmos mais frutos ainda. De que forma? O nosso lavrador celestial trabalha em nós para sermos santificados para a glória do nome dele. Não é para a nossa glória. Nós somos os ramos que precisamos dar frutos e esses frutos vão glorificar ao Pai. E o verso três diz aí, né? Os irmãos estão com o verso três. É a palavra que limpa. De que forma nós somos limpos?

E o texto diz:

"Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado".

Então, meus irmãos, a palavra de Deus que é viva, eficaz, que penetra, que divide, que opera, essa palavra tem poder para limpar os nossos, as nossas vidas, para santificar as nossas vidas. É a palavra que purifica.

Então, o Senhor Jesus mostrou isso claramente.

A ferramenta, o instrumento de Deus para limpar as nossas vidas é a palavra de Deus. A PALAVRA VIVA NÃO É A LETRA, É AQUILO QUE ESTÁ ALÉM DA LETRA. É a palavra viva, A PALAVRA REVELADA em nossos corações que produz algo extraordinário.

[00:30:57] É a palavra de Deus que é a ferramenta do Pai, nosso lavrador celestial, para nos purificar. E o próprio Senhor Jesus expressou isso.

[00:31:06] Gostaria que colocasse João 17:17, que diz assim… Leiam comigo:

santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade.

E o fruto é uma vida transformada. O fruto que o Senhor Jesus deseja ver em nós é primeiramente uma vida transformada pelo Senhor Jesus.

Observem, meus irmãos, que uma vida transformada produz arrependimento. Os irmãos se lembram que João Batista disse, ele disse em Mateus 3:8, produzi frutos dignos de arrependimento.

Então, quando nós nos arrependemos verdadeiramente, não apenas assim, podemos dizer de fachada, né? Mas um verdadeiro arrependimento, um fruto é gerado em nós.

Sabem o que é uma nova forma de vida? O Espírito Santo opera isso em nós. Por quê? Porque mais nós não estamos mais no domínio do pecado. O pecado não tem mais domínio sobre nós, porque não estamos mais debaixo da carne, mas governados pelo Espírito Santo. Louvado seja Deus por isso.

Libertos, libertos não pelos nosso esforço, mas pelo poder glorioso do sangue de Jesus. O verso três, meus irmãos, diz uma expressão muito interessante. Tenho falado, né? O Senhor Jesus disse:

"Estais limpos pela palavra que vos tenho falado".

Essa expressão representa um ato contínuo, ou seja, Deus falou, Jesus falou, Jesus estava falando, mas olha que coisa maravilhosa.

[00:33:11] Ele continua falando até os nossos dias, aleluia, pelo seu espírito. Por quê? Pelo seu sacrifício. Ele morreu, ressuscitou e derramou o Espírito Santo sobre nós para que a igreja vivesse esse período todo conhecido como um período da graça cheia do Espírito Santo.

E COMO DEUS FALA CONOSCO HOJE?

Os irmãos têm visto isso nos nossos cultos, aqueles que estão conectados conosco na aqui no Maanaim, durante o seminário que tivemos, Deus fala conosco ATRAVÉS DOS DONS ESPIRITUAIS, corrigindo, purificando, preparando a nossa vida para gerarmos frutos conforme a vontade de Deus em abundância.

E o verso 4 ainda fala: "Permanecer em comunhão, né? Estais em mim, estai em mim e eu em vós." Como a vara de si mesma não pode dar frutos se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Ou seja, isso indica que só há uma maneira de desfrutarmos desta grande e maravilhosa salvação.

[00:34:32] É estar em Jesus. É estar em comunhão com o Senhor Jesus. E no ensino dele nós observamos que os ramos infrutíferos, é interessante isso, porque eles estão ligados temporariamente à videira, mas não permanecem por muito tempo, logo são arrancados.

[00:34:55] Agora, os ramos frutíferos permanecem ligados à videira e dão frutos continuamente. Meus irmãos, esses ramos representam os servos fiéis.

Que coisa maravilhosa. Aqueles que permanecem em comunhão constante com o Senhor Jesus, aqueles que atendem a sua revelação, estão integrados à igreja, estão integrados a ouvirem a voz do Senhor e OBEDECEREM A VOZ DO SENHOR. ISSO É CORPO DE CRISTO. Isso é viver em comunhão com o corpo de Cristo.

Assim também nós temos a oportunidade de desfrutar dessa comunhão com o Senhor em cada culto, LÁ NA NOSSA IGREJA, AQUI NO MAANAIM, EM CADA REUNIÃO, numa vigília, numa visita, nós aprendemos viver, portanto, meus irmãos, uma obra em nova forma de vida. O verso 5 diz:

"Sem ele nada nós podemos fazer.

Nada podemos fazer. E nós sabemos, né, meus irmãos, sem Jesus o que será de nós? Nada, nada podemos fazer. Aprendemos que semelhantemente aos ramos da videira, que não podem ter vida própria se estiverem fora da videira, nós só poderemos dar fruto se estivermos ligados à videira." Então, só temos uma vida espiritual.

[00:36:33] Isso nós sabemos, né? Se estivermos diária e constantemente em comunhão com o Senhor. Nós temos ouvido nos nossos seminários que um clamor que devemos fazer diariamente, assim que levantamos. Senhor, eu quero estar em comunhão contigo durante todo esse dia. Encha o meu coração, Senhor. Encha-me do teu espírito. Me dê fruto do Espírito Santo durante o dia. GOVERNA A MINHA VIDA, GOVERNA OS MEUS PENSAMENTOS, AS MINHAS DECISÕES. Sem ele, meus irmãos, nada nós podemos fazer, porque é ele quem opera em nós tanto querer quanto efetuar.

[00:37:16] Paulo diz isso em Filipenses 2:13, porque Deus é aquele que opera em nós tanto querer como efetuar, segundo a sua boa vontade. Não é a nossa boa vontade para com ele, a vontade, a boa vontade dele para conosco e a dependência total do Senhor. Conhecemos assim a nossa dependência total do Senhor e deixamos de confiar na nossa vida, na nossa capacidade, se é que nós temos.

Cabe a nós, então, meus irmãos, como meros ramos, deixar de lado todo sentimento de autossuficiência e vivemos em humildade e dependência do Senhor.

Caminhando pro verso seis, se alguém não estiver em mim, será lançado fora com a vara e secará. Nós aprendemos, então, meus irmãos, que o ramo infrutífero é arrancado, é arrancado e lançado no fogo. Como isso acontece? Se não cumprirmos o nosso chamado para produzirmos frutos, não tem sentido você servir ao Senhor e não produzir fruto.

Vale até a nossa pergunta agora cada um, NÓS TEMOS PRODUZIDO FRUTOS? O que acontece diante disso? Sobrevirá sobre nós um juízo sobre aqueles que não produzem frutos e uma morte espiritual.

Então, meus irmãos, estar ligado temporariamente à videira não é uma solução, não é garantia de salvação.

[00:38:52] NÃO DEVEMOS SER COMO AQUELES QUE NÃO TÊM COMPROMISSO COM O SENHOR, compromisso com a obra, que nunca se definem pela obra de Deus e por isso não produzem frutos e consequentemente não tem uma vida transformada.

Caminhando então para o final, o verso 7 nos disse:

"Vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo que quiserdes e vos será feito."

Então, o Senhor nos garante que se guardarmos a sua palavra, nós teremos as nossas orações respondidas pelo Pai. Que privilégio para nós, né? Orarmos e o Pai responder. Por quê? Porque estamos ligados à videira. Então, ter a palavra do Senhor Jesus habitando em nós significa sermos governados, dirigidos por ele, termos a mente de Cristo e pedir em oração aquilo que é a vontade dele para nós. O Senhor Jesus nos ensinou a orar e na oração que ele nos ensinou diz: "Seja feita a tua vontade".

[00:40:00] Então, meus irmãos, DESSE MODO, UMA IGREJA OBEDIENTE, UM SERVO OBEDIENTE É AQUELE QUE ESTÁ LIGADO À VIDEIRA, pede, recebe e contabiliza as suas vitórias na presença do Senhor. Tudo isso é nosso esforço, não.

O verso 8 diz que a glória, a glória pertence ao Senhor. Nisso é glorificado meu Pai. Aleluia! Quando damos fruto à glória do Pai.

Concluímos então meus irmãos, essa primeira parte e identificando aqueles que pertencem ao Senhor, aqueles que dão fruto. Nisso é glorificado, meu Pai, que deis muito fruto e assim, vejam, sois meus discípulos. A glória não pertence aos ramos da videira, não pertence a nós, mas pertence ao lavrador que plantou a vinha, que cuidou, que limpou, limpou seus ramos, que fez produzir em abundância.

A glória pertence ao nosso Pai Celestial, é o lavrador celestial, a Deus Pai, é o dono da vinha. A glória pertence ao Senhor Jesus. Ele é a videira verdadeira. Ele nos deu vida nós estando mortos nos nossos pecados.

Meus irmãos, toda honra, toda glória, todo louvor pertence ao Senhor. Quando há uma cura, a glória dele, libertação, a glória dele, salvação de vidas, famílias restauradas, a glória do Senhor. Pelos frutos dessa videira, somente a ele glória. Quem pregou?

[00:41:47] É apenas um ramo da videira. Quem cantou é apenas um ramo da videira. Não passa de um ramo, né? Quem profetizou é apenas um ramo. Quem foi usado em uma cura milagrosa é apenas um ramo.

A glória, então, pertence ao Pai, ao Senhor Jesus e a eles, né? Ao pai que enviou, ao Senhor Jesus que veio, louvado seja o nome dele, e que possamos dar frutos em abundância. Vamos ter um momento de adoração. Vamos cantar o louvor Santo é o que está no trono.

LOUVOR

ALEXANDRE GUEIROS

[00:45:07] Saúdo a todos os irmãos com a paz do Senhor Jesus. Amém. Vamos estar lendo agora estes versículos que estão na no capítulo 15 a partir do 9º até o 17º.

Está projetado. Podemos ler todos juntos.

Como o Pai me amou. Também eu vos amei a vós. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor. Do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Tenho vos dito isto para que o meu gozo seja em vós e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

[00:46:26] Vós sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai, ele vo-lo conceda. Isto vos mando, que vos ameis uns aos outros.

Amém.

Queridos irmãos, vimos na primeira parte deste nosso estudo a necessidade que temos de permanecermos ligados à videira verdadeira, ou seja, de estarmos constantemente em comunhão com o Senhor Jesus e com a sua igreja, porque a igreja é corpo de Cristo, é a manifestação do Senhor Jesus, manifestação visível do Senhor Jesus aqui. Aqui na terra.

No versículo 9º que acabamos de ler, o Senhor Jesus nos exorta a permanecermos no seu amor.

[00:47:59] E Jesus afirmou, então, assim como o Pai o amou, ele também nos ama. O amor do Senhor Jesus, amados irmãos, é incomparável, porque é o amor que ele recebeu do Pai eterno, o amor que veio da eternidade, que é registrado na Bíblia, no original, como Agape, não é essa simpatia, essa o gostar de alguém.

Amar é amar com o amor que vem da eternidade e que o Espírito Santo derrama em nossos corações, quando nós queremos, quando nós pedimos, Senhor, dá-me mais do teu espírito, manifesta o fruto do teu espírito na minha vida.

Pedi e dá se vos. É a promessa do Senhor.

E precisamos deste amor, porque este amor, amados irmãos, tem um poder extraordinário de transformar os nossos corações, retirar tudo aquilo que é egoísta, aquilo que é da carne e colocar somente a o sentimento que houve em Cristo Jesus, colocar somente o fruto do espírito em nossas vidas.

[00:49:22] E amados irmãos, nesse versículo, o Senhor nos mostra que não basta apenas saber, crer que Jesus morreu por nós. Não. Além de crer, precisamos permanecer em comunhão com o Senhor Jesus, permanecer desfrutando deste grande amor que o Senhor revelou por nós.

E o Senhor Jesus nos ensina, já vimos, mas ele repete no versículo 10.

Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor.

É a condição. A condição, portanto, É OBEDIÊNCIA. Permanecermos numa vida de OBEDIÊNCIA à sua palavra, a sua vontade.

E, amados irmãos, percebemos que, como já foi dito na primeira parte do nossos do nosso estudo, que a palavra de Deus tem esse poder de limpar as nossas vidas, nos purificar, nos santificar.

Estamos lendo a palavra em comunhão com o Senhor depois de clamarmos pelo sangue de Jesus para que o Senhor esteja nos falando através da palavra e dessa forma a palavra está nos purificando, tá transformando a nossa mente, renovando o nosso entendimento, como diz o apóstolo Paulo.

[00:50:58] E assim, amados irmãos, além disso, a palavra de Deus tem o poder de nos manter ligados ao Senhor Jesus, a videira verdadeira.

Meus irmãos, esta limpeza que a palavra de Deus opera em nós é descrita na Bíblia, todos sabem que é como santificação. É uma operação constante que começou no momento do nosso novo nascimento, mas continua ao longo da nossa vida. A palavra está sempre nos purificando, nos santificando, para que assim possamos produzir os frutos dignos de arrependimento, frutos em abundância e também frutos de do nosso testemunho, ou seja, novas vidas que vem a a conhecer o Senhor Jesus através da palavra que transmitimos. E meus irmãos, tudo isso é resultado de OBEDIÊNCIA à sua palavra, de estarmos sendo santificados pela sua palavra.

[00:52:10] E no versículo 11, que que já lemos, o Senhor Jesus nos garante algo mais, como se não bastasse permanecer no seu amor. Ele disse que fazendo isso, a sua alegria permanece em nós. Que alegria é essa? Estudamos, alguns, né, estudaram ontem. Alegria da salvação. Alegria que é um fruto do Espírito Santo em nossos corações, que independe das circunstâncias, independe de de estarmos ou não passando por problemas, enfermidades, lutas próprias deste mundo.

A alegria do Senhor, amados irmãos, ela tem ainda um um resultado extraordinário. Ela nos fortalece. A alegria do Senhor é a nossa força. Nós não podemos viver entristecidos por nada, porque do momento em que nós lembramos, como o Senhor Jesus disse, alegrai-vos, porque os vossos nomes estão escritos no livro da vida.

[00:53:29] Os irmãos querem mais do que isso. A certeza de uma vida eterna feliz com o Senhor.

Meus irmãos, nós poderíamos… teremos oportunidade de falar para muitas pessoas que estão buscando ainda alegria com coisas deste mundo, não é? Com conquistas materiais, com prazeres desta vida, todo tipo de prazer, até alguns lícitos.

Mas se nós desejamos desta… desfrutar desta alegria completa, nós precisamos viver em comunhão com o Senhor, desfrutando a cada dia do seu amor, desfrutando do seu cuidado, o cuidado do bom pastor por nós a cada dia, né?

Vi…, mas para isso é preciso viver em OBEDIÊNCIA à sua palavra. E nós todos aqui podemos dizer com base n no que o Senhor acabou de nos falar através da sua palavra, que nós somos verdadeiramente felizes porque encontramos o grande amor do Senhor nosso Deus por nós, o grande amor do Senhor Jesus por nós.

[00:54:50] E aí no versículo 12, o Senhor nos fala a respeito da nossa responsabilidade decorrente de sermos amados com tão grande amor. Nossa responsabilidade é que nos amemos uns aos outros como ele nos amou. Amar o nosso próximo como a nós mesmos.

Eu acho que até não é tão difícil, né? É difícil, mas né? Mas amar como o Senhor Jesus nos amou a ponto da sua vida por nós, morrer na cruz para a nossa salvação. Aí é difícil, né? Mas essa é a nossa responsabilidade.

E nós só conseguimos isso, irmãos, no poder do Espírito Santo, vivendo como o Senhor espera de nós, cheios do Espírito. Amados irmãos, o Senhor não nos quer e parcialmente cheios do espírito. Não, a palavra de Deus é clara. Enchei-vos do Espírito, continuamente, diariamente. E ela nos ensina como fazer isso, orando, glorificando a Deus, cantando louvores ao Senhor, meditando na sua palavra, né, e orando e pedindo: "Senhor, quero mais do teu Espírito Santo, Senhor. Domina o meu coração, coloca sente o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus no meu coração. E o Senhor atende a nossa oração quando oramos dessa forma, porque estamos orando conforme a sua vontade.

[00:56:42] Amém. E meus irmãos, nós vimos aqui uma sequência de versículos falando a respeito do amor. Primeiro, o Senhor Jesus disse que o Pai amou o filho, amou o Senhor Jesus e o filho também nos amou. E agora o filho nos disse que com esse amor que nós recebemos dele, do Senhor Jesus, amemos uns aos outros. Assim é possível. Por quê? Porque é com o amor que o Senhor Deus derrama em nossos corações.

Nós sabemos, só pode amar quem é amado, não é? Uma pessoa que teve dificuldades, foi pouco amado na vida, tem mais dificuldade de naturalmente amar alguém, não é verdade?

Mas quando nós percebemos que nós fomos e somos amado, amados com o maior amor que se possa imaginar, não é? Com amor infinito, um amor de Deus que é derramado em nossos corações, todos nós começamos a nos sentir capazes de amar, não é verdade?

[00:58:08] O mesmo que acontece com o perdão, lembra-se? PARA NÓS AGORA É FÁCIL PERDOAR, NÉ? PORQUE NÓS FOMOS PERDOADOS DE UMA DÍVIDA IMPAGÁVEL.

[00:58:22] AGORA PERDOAR AS PEQUENAS OFENSAS QUE RECEBEMOS HOJE É FÁCIL. O mesmo é amor. Fomos muito amados. É fácil. Agora. Nós que fomos alvos e que somos alvos diariamente deste amor, amar o nosso próximo e mais amar os nossos irmãos como o Senhor Jesus nos amou.

Meus irmãos, no versículo 13, o Senhor Jesus nos afirma que ninguém tem maior amor do que este. O amor que o levaria à cruz do Calvário para dar a sua vida por nós. E aí ele resolve nos promover já naquela época, ele resolve promover a todos nós que aqui estamos. Já não vos chamo mais de servos. Mas vos chamo de amigos, porque tudo que eu recebi do Pai vos dei a conhecer.

Ele não tem segredos para conosco, irmãos. Ele está pronto a transmitir tudo aquilo que ele recebeu do Pai. Que honra, que privilégio temos de sermos chamados de amigos pelo rei do universo, aquele que governa sobre todos os acontecimentos no universo, todos os acontecimentos aqui no planeta Terra, ele nos ama e nos chama de amigos.

[01:00:03] E o Senhor Jesus, amados irmãos, é o amigo perfeito, é o amigo presente na hora da angústia. NESSE MUNDO, ÀS VEZES, AS PESSOAS CONQUISTAM AMIZADES COM SEU PODER, COM SEUS RECURSOS MATERIAIS, NÉ? Todo mundo gosta de ser amigo daquela pessoa que tem algum tipo de poder, de influência, não é verdade?

E o Senhor Jesus resolveu ser nosso amigo. Que que ele viu em nós? Que ele viu em você? Diz: "Não, eu tenho interesse ser amigo de você. Nada, né? Nada. Nós éramos vazios de qualquer merecimento. Mas ele resolveu, resolveu nos amar, resolveu nos chamar de amigos e fazer de nós verdadeiros amigos Dele.

Em Provérbios, 17:17, nós lemos que um amigo, um verdadeiro amigo, ele ama em todo tempo. Assim é o Senhor Jesus. Esse ele é esse amigo que em todo tempo nos ama, nos ama em qualquer circunstância da nossa vida.

[01:01:24] Estamos com saúde, ele nos ama. Estamos enfermos, ele nos ama. Estamos eh com dificuldades materiais, ele nos ama. Estamos na prosperando materialmente, ele nos ama. Independente da nossa situação, temos algum, somos pessoas sem prestígio na sociedade, ele nos ama. Se temos alguma influência, prestígio na sociedade, ele nos ama. Ele independe da nossa condição neste mundo, ele nos ama com amor eterno, o amor perfeito. Graças a Deus, meus irmãos. Ele é o amigo verdadeiro, que nos amou quando nós ainda éramos pecadores e, por natureza inimigos de Deus. Está escrito ainda assim: Deus nos amou. O Senhor Jesus, como Deus nos amou, resolveu dar sua vida por nós. Isso é graça, um favor imerecido. E nós temos esse privilégio, irmãos, de sermos alvos da graça de Deus diariamente.

[01:02:39] O bom pastor está cuidando de nós, irmãos. Sempre que clamamos por socorro, eles nos ouvem. Os irmãos já perceberam isso? Você pode se dirigir ao Senhor às 2 horas da madrugada. Ele está nos ouvindo naquele momento. 7 horas da manhã ele nos ouve. 10 horas da manhã ele nos ouve. Qualquer hora do dia, da noite, está pronta a nos ouvir e nos atender e nos abençoar e nos responder quando clamamos por socorro em qualquer momento, em qualquer momento do nosso dia.

E a palavra de Deus nos fala a respeito do neste nosso amigo, diz que não dormita, não cochila, nem dorme o guarda de Israel. Ele está sempre desperto, sempre atento a nos ouvir, irmãos. No versículo 14, nós aprendemos o que fazer para nos tornarmos amigos de Jesus.

[01:03:45] Tem alguém aqui que ainda não aprendeu? Pode ter, talvez umas duas, três pessoas, né? Então vamos dizer, você quer ser amigo de Jesus? Saiba que ele quer ser seu amigo. E ele disse: "Vós sereis meus amigos se fizerdes o que vos mando." O segredo de ser amigo do Senhor Jesus é, portanto, OBEDIÊNCIA. E como amigo, agora você terá esse privilégio de ouvir a sua voz, de conhecer os seus segredos. Tudo que ele recebe do Pai, ele vai lhe revelar. Deus tem servos. Todos nós resolvemos ser servos. Mas o Senhor Jesus disse: "É pouco, vocês serão meus amigos. São meus amigos. Graças a Deus por isso.

Abraão foi chamado amigo de Deus, lembram-se? E creu Abraão em Deus. Isso foi lhe imputado como justiça, porque quando o Senhor falou, ele obedeceu: "Abraão, sai da tua terra, da tua parentela, para uma terra que eu te mostrarei." Ele nunca tinha visto.

[01:04:56] Essa história é parecida com a nossa, né? O Senhor disse também a todos nós: "Saí desta terra, eu vou te mostrar uma nova terra, novos céus, novas terras, né? E nós resolvemos: amém, Senhor! Aceitamos essa proposta. A partir de hoje vou andar no neste caminho santo, vivo, que vai me conduzir a essa, esse essa nova terra, esse novos céus que o Senhor preparou para mim.

Meus irmãos, a igreja do Senhor Jesus, como dizíamos, vive EM OBEDIÊNCIA ao a Senhor. E como isso? Porque está ouvindo tudo aquilo que o Senhor está revelando, tudo aquilo que ele está esperando da igreja, através dos dons espirituais, através da palavra revelada pelo Espírito Santo. Nós temos recebido, o Senhor toda a direção que nós precisamos nesta caminhada em direção a aos novos céus, à nova terra.

No versículo 16, encontramos uma das declarações mais maravilhosas da palavra de Deus.

[01:06:13] Como se não bastasse tudo isso que já ouvimos, né? O amor dele, ele nos chamar de amigos, ele ouvir as nossas orações. Aí o Senhor nos revela um segredo que nós nunca poderíamos imaginar, não é? Não me escolhestes vós a mim. Alguém pensa que não. Eu vi modéstia a parte, eu sou uma pessoa boa. Quando eu vi Jesus me fala, eu não resisti. Não, não é porque você é bom, não. É porque ele nos escolheu. Mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai, ele vos conceda.

Amados irmãos, é um privilégio muito grande. Um dia ele nos amou. Ele nos amou primeiro. Está escrito na palavra, não é? Foi ele que tomou a iniciativa de nos escolher, de nos amar quando nós ainda não o conhecíamos, ainda éramos pecadores. Ele olhou para nós, ele conhecia todas as nossas falhas, sabiam?

[01:07:30] Todos os nossos defeitos, todo nosso egoísmo, ou seja, todo o nosso velho homem, né? Nós éramos todos egoístas, não éramos. Vocês ainda se lembram disso? Mas ainda assim o Senhor nos amou e nos escolheu. Eu quero salvar você e você. Eu quero salvar. Que honra! Fomos escolhidos pelo Senhor para receber a salvação. Pode ser que na na nossa vida nós não sejamos escolhidos quando participamos de um processo seletivo, né? Por algum projeto em que nós desejaríamos participar. Mas por quê? Porque não eh preenchemos todos os requisitos exigidos. Quais foram os requisitos que o Senhor Jesus exigiu para nos salvar? Nada. Ele nos escolheu quando nós, nossos requisitos eram zero. Não, esses não, não merecem a salvação. Mas eu quero salvá-los, eu os amo, eu quero dar a eles vida eterna.

Amém.

[01:08:52] Louvado seja o Senhor. Ele nos escolheu nessa condição e mas agora ele espera que nós produzamos o fruto digno de arrependimento. O fruto que demonstra que de fato, nós conhecemos o Senhor Jesus, passamos da morte para a vida e que agora verdadeiramente continuamos a crer em Jesus, continuamos a amar ao Senhor Jesus.

Qual é a evidência? Qual é a prova de que somos mesmo verdadeiros discípulos do Senhor Jesus? É que nós permanecemos em comunhão com ele e nós produzimos frutos dignos de arrependimento. Produzimos frutos de do nosso testemunho. Estamos sendo instrumentos dele, não é?

Essa é uma prova da nossa salvação. Somos instrumentos nas mãos do Senhor. Ele está realizando a sua obra através de mim. Dessa forma eu tranquilizo o meu coração. Está escrito ali em Hebreus, não é?

[01:10:04] Servimos os irmãos e continuamos a servir.

[01:10:09] Hebreus 6. Depois os irmãos vão ler. E dessa forma nós tranquilizamos o nosso coração. Não, realmente já passei da morte para a vida.

Então, amar os nossos irmãos como ele nos amou é um mandamento do qual não podemos nos esquecer, né? AMAR OS IRMÃOS DAQUELA NOSSA IGREJA LOCAL, AQUELES IRMÃOS QUE NÓS SABEMOS QUE SÃO COMO NÓS, NÉ? Tem defeitos também.

Mas a a palavra do Senhor é essa, que amemos os nossos irmãos, assim como ele nos amou.

Recebemos o seu amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Por isso, não podemos dizer que é difícil amar o irmão. Não. O Espírito Santo está nos capacitando a cada dia, manifestando seu fruto em nossos corações.

Vamos, portanto, irmãos, encerrar esta escola bíblica glorificando o Senhor, porque permanecemos no seu amor. Ele continua a nos amar e nós desfrutamos desta alegria maravilhosa, alegria da salvação.

Vamos glorificar o nosso Senhor, porque somos instrumentos para que a sua glória seja revelada ao mundo.