MARANATA: GLÓRIA SEM OBEDIÊNCIA DEUS NÃO ACEITA!

MARANATA: GLÓRIA SEM OBEDIÊNCIA DEUS NÃO ACEITA!

14 de setembro de 2025 Off Por Sólon Pereira

ANÁLISE CRÍTICA DA EBD -DA ICM – 14/9/2025

NOSSOS COMENTÁRIOS SOBRE A MENSAGEM DE ALEXANDRE GUEIROS, EM REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES, NO CANAL DA IGREJA CRISTÃ MARANATA NO YOUTUBE: https://www.youtube.com/watch?v=15vHT1pdX5U

 

INTRODUÇÃO

Nesta EBD, Alexandre Gueiros centra a fala na “glória” de Jesus: transfiguração, linguagem de Apocalipse 1 e trechos da Oração Sacerdotal (Jo 17). A tônica é contemplativa (ver/admira-se da glória) mais do que discipular (ouvir/obedecer a Jesus).

JESUS PERDEU SUA GLÓRIA PARA DEPOIS RECUPERÁ-LA?

Disse Alexandre Gueiros:

“…eles viram, então, um pouco da sua glória, simplesmente para que eles estivessem seguros de que aquele Jesus que não tinha aparência nem formosura, ele era aquele que um dia havia deixado a sua glória e a recuperaria, como nós vemos claramente exposto no livro do Apocalipse.”

Problemas e ajustes:

1.     Correlação com Isaías 53 (“sem aparência nem formosura”) – Esse texto fala do Servo Sofredor em sua humilhação. É comum pregar que a transfiguração contrasta com essa imagem, mas o foco bíblico está mais na confirmação do Messias e não em “recuperar glória perdida”.

2.     “Recuperar a glória” – Na teologia reformada, Cristo não “perdeu” sua glória, mas a velou voluntariamente na encarnação (Fp 2:6–8). A transfiguração revela momentaneamente essa glória, não como algo perdido e depois recuperado, mas como sempre presente, ainda que escondida. Ou seja, em nenhum momento Jesus perdeu a sua glória, mas simplesmente a deixou imperceptível aos olhos carnais.

A TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS NA ICM

O que disse Alexandre Gueiros?

E nós verificamos ao longo dos Evangelhos, como em alguns breves momentos um pouco da sua glória foi vista.

Por exemplo, por ocasião da transfiguração, os irmãos se lembram que a aparência do seu rosto mudou, não sabemos exatamente como, e os seus vestidos, suas vestes se tornaram muito brancas e resplandecentes. Eles viram, então, um pouco da sua glória, simplesmente para que eles estivessem seguros de que aquele Jesus que não tinha aparência nem formosura, ele era aquele que um dia havia deixado a sua glória e a recuperaria, como nós vemos claramente exposto no livro do Apocalipse.

O relato bíblico da transfiguração

A transfiguração de Jesus aparece nos três evangelhos sinóticos:

·       Mateus 17:1–8

·       Marcos 9:2–8

·       Lucas 9:28–36

Todos narram que Jesus levou Pedro, Tiago e João a um monte, onde “foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol, e suas roupas se tornaram brancas como a luz” (Mt 17:2). Moisés e Elias apareceram e falaram com Ele, e uma voz do céu declarou: “Este é o meu Filho amado, em quem me agrado; A ELE OUVI.”


Propósito da transfiguração segundo os estudiosos

1. Visão pentecostal

·       A transfiguração é entendida como uma antecipação da glória futura de Cristo (quando voltar em poder).

·       Também é vista como confirmação para os discípulos de que Jesus, apesar de sua aparência humilde e destino de cruz, era verdadeiramente o Filho de Deus.

·       Muitos pregadores pentecostais relacionam o episódio ao batismo com o Espírito Santo e à vida de poder, como uma experiência de revelação da glória de Cristo.

·       Ou seja, serve para fortalecer a fé e preparar os discípulos para a escandalosa realidade da cruz.

2. Visão reformada

·       Os reformados geralmente enfatizam que a transfiguração mostra a união entre humilhação e exaltação de Cristo.

·       O rosto brilhando e as roupas resplandecentes são sinais de sua glória divina velada pela encarnação.

·       A presença de Moisés e Elias representa a Lei e os Profetas, apontando para Cristo como cumprimento das Escrituras.

·       A voz do Pai reafirma a autoridade exclusiva de Jesus como Filho.

·       O objetivo central não é apenas mostrar “um pouco da glória futura”, mas confirmar a identidade messiânica de Jesus e preparar os discípulos para compreender a cruz e a ressurreição.


A INTERPRETAÇÃO CORRETA DA TRANSFIGURAÇÃO

Dentro do contexto bíblico temos dois modos essenciais como Deus orientou seu povo no Velho Testamento, por meio da Lei de Moisés e por meio dos profetas.

Na passagem da transfiguração, temos a aparição de Moisés (representando a Lei) e Elias (representando os profetas bíblicos). Jesus estava conversando com eles, para mostrar que há uma conexão (diálogo) entre tudo o que Deus falou ao seu povo anteriormente e o que agora tem falado por meio de Jesus. Isso pode ser esclarecido com o seguinte texto bíblico registrado no livro aos hebreus:

¹ Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, ² nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. ³ Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas, ⁴ tendo-se tornado tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles. ⁵ Pois a qual dos anjos disse jamais:   Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez:   Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho? (Hebreus 1:1-5)

Como se pode notar, Deus atesta que a partir de Jesus fala ao mundo por meio de seu filho, que é a expressão exata do seu Ser e o resplendor da sua glória. Foi exatamente isso que a passagem da transfiguração mostrou e deixou claro ao concluir com uma ordem: “a ele ouvi”, pois ele é o meu “filho amado”.

Na passagem da transfiguração, quando é dado aos discípulos condições de identificar as figuras de Moisés e Elias conversando com um Jesus diferente (em resplendor), Pedro propôs armar tendas para eles, como se estivesse pretendendo que Moisés e Elias ficasse entre eles.

Mas, a voz de Deus diz:

⁵ “Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no! “

Quando nos atentamos para o contexto, podemos perceber que Deus pretendia dar uma lição aos discípulos pela prática figurada. O Senhor mostra figuras que representam os principais guias espirituais que eles conheciam até Jesus: os regulamentos da Lei e os ensinos dos profetas.

Mas, aí está a grande guinada que também foi apontada no livro aos hebreus. Deus queria chamar a atenção para um fato marcante a partir de Jesus: O GUIA E MESTRE AGORA É JESUS! Ele é quem deve ser ouvido (obedecido). Com a vinda do filho de Deus ao mundo, o parâmetro para nossa conduta moral e espiritual dali por diante não é mais a lei nem os profetas, pois o que se tinha antes eram sombras do que havia de se manifestar. O caminho (a guia) agora é Jesus e não mais a lei com seus sacrifícios.

¹ A Lei traz apenas uma sombra dos benefícios que hão de vir, e não a realidade dos mesmos. Por isso ela nunca consegue, mediante os mesmos sacrifícios repetidos ano após ano, aperfeiçoar os que se aproximam para adorar. (Hebreus 10:1)

⁶ Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. (João 14:6)

A mensagem de Alexandre Gueiros usa essa passagem para falar da glória de Jesus, mas não se atenta que o propósito do texto não é de promover adoração (fazer tendas para cada personagem importante), mas de mostrar a divindade de Jesus e que ele deve ser ouvido e obedecido dali em diante. O propósito da passagem não é simplesmente de revelar a glória oculta de Jesus, mas de dar-lhes a consciência de que Jesus deve ser obedecido, embora a lei e os profetas tenham o seu lugar.

ADORADORES DESOBEDIENTES: É ISSO QUE JESUS QUER?

Ao dar ênfase exclusiva à glória de Jesus, tanto nesta passagem como nas mensagens sobre o livro do apocalipse, Alexandre Gueiros omite o verdadeiro propósito dessas passagens, fixando-se em uma adoração sem obediência.

Jesus nunca pediu adoração dos desobedientes. Ao contrário, primeiro espera obediência e somente depois disso a adoração. Isso fica claro desde a repreensão do profeta Samuel a Saul:

²² Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. ²³ Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei. (1 Samuel 15:22,23)

De igual modo, Jesus espera obediência aos seus mandamentos sobre o amor ao próximo.

Mas, o que faz Alexandre Gueiros?

Omite exatamente o cumprimento do mandamento de Jesus sobre o amor ao próximo, na medida em que insiste em manter dezenas de processos judiciais contra ex-membros, afastando-se dos mandamentos de Jesus (amor ao próximo, inclusive pelos inimigos). Ou seja, Alexandre Gueiros não ouve Jesu. Ao contrário, ignora o mandamento de Jesus mas quer falar sobre a glória de um Jesus que ele não respeita. Ora, não foi isso que Jesus pediu e não é esse o que a passagem da transfiguração quer mostrar.

²¹ Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. ²² Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? ²³ Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade. (Mateus 7:21-23)

Vamos fixar o episódio da transfiguração

Relatos: Mt 17:1–8; Mc 9:2–8; Lc 9:28–36.

  • Moisés → representa a Lei (Torá, regulamentos, fundamento da aliança).
  • Elias → representa os Profetas (porta-vozes da vontade de Deus e intérpretes da Lei).
  • Ambos juntos simbolizam o Antigo Testamento inteiro (Lei + Profetas).

Os discípulos reconheceram Moisés e Elias (provavelmente por revelação sobrenatural, já que não havia fotos na época), e Pedro sugere: “façamos três tendas…” (como se quisesse perpetuar aquele momento e colocar Jesus no mesmo nível das duas figuras).

Então vem a voz do Pai:

“Este é o meu Filho amado, em quem me agrado; ouçam-no” (Mt 17:5).

A SUTILEZA DE ALEXANDRE GUEIROS

Disse Alexandre Gueiros:

Nós, apesar de ele ter vivido, como já dissemos, a maior parte do seu tempo sem a sua glória, ele, João, João Batista, que conviveu com ele, viu um pouco da sua glória no momento do seu batismo, quando a voz do Pai foi ouvida: “este é o meu filho amado”.

O que a Bíblia realmente diz

1.     No batismo de Jesus

·       Mateus 3:17 → “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

·       Marcos 1:11 → “Tu és o meu Filho amado, em ti me agrado.”

·       Lucas 3:22 → “Tu és o meu Filho amado; em ti me comprazo.”

Aqui, de fato, a voz do Pai se limita à identificação e aprovação de Jesus.

2.     Na transfiguração

·       Mateus 17:5 → “Este é o meu Filho amado, em quem me agrado; a ele ouvi.”

·       Marcos 9:7 e Lucas 9:35 também registram a mesma adição: “Ouçam-no”.

Aqui, o clímax não é apenas a identidade de Jesus, mas a autoridade absoluta de sua palavra.


O que Alexandre fez

·       Ele misturou os dois episódios (batismo e transfiguração).

·       Ao citar a voz do Pai, parou em “este é meu Filho amado”, omitindo a ordem “a ele ouvi”, que só aparece na transfiguração.

·       Assim, reforçou a ideia de Jesus glorioso (identidade exaltada), mas deixou de lado a exigência prática de obediência.


Avaliação crítica

·       Teologicamente: pode ser ignorância ou confusão. Mas, sendo presidente de uma igreja e pregando em uma EBD, a expectativa é que ele conheça bem a diferença entre os dois textos.

·       Praticamente: omitir “a ele ouvi” é tirar o peso central da mensagem, porque a glória de Jesus não é para admiração estética, mas para fundamentar a obediência à sua palavra.

·       Eticamente: como a Igreja Cristã Maranata tem práticas que contrariam os mandamentos de Jesus (amor, perdão, misericórdia), sutilmente Alexandre Gueiros decidiu convenientemente destacar apenas a glória e abafar a exigência de obediência. Isso é um uso manipulador da Escritura.


CONCLUSÃO

 

·       Alexandre Gueiros quer falar da glória de Jesus sem se importar com o principal, que é obedecer seus mandamentos. Jesus não aceita homenagens de desobedientes!

·       A omissão de Alexandre Gueiros foi sutil, mas não é neutra.

·       A voz do Pai na transfiguração foi mais do que um reconhecimento; foi um chamado à obediência a Cristo.

·       Ignorar essa parte pode ser uma forma de esvaziar o ensino bíblico e ajustá-lo a uma narrativa que valoriza a “glória” (estética, mística) acima da ética do discipulado (ouvir e obedecer Jesus).


DEGRAVAÇÃO DA FALA DE ALEXANDRE GUEIROS

00:00:00 Alexandre Gueiros


Eu saúdo os irmãos com a paz do Senhor Jesus.

Meus irmãos, já acabamos de ver pela palavra do pastor Gilson como nos quatro evangelhos o Senhor Jesus deixou sua glória na eternidade e se fez homem desprovido da glória que ele desfrutara sempre na eternidade.

Observamos como, ao longo do seu ministério terreno, o Senhor Jesus apareceu como se fosse um homem qualquer, no sentido de que nele não havia nenhuma formosura especial, nenhuma aparência que nos atraísse a Ele.

Era um homem, um simples homem em sua aparência, por isso que Ele era chamado já, profeticamente, de O Filho do Homem, já antecipando de que o Filho de Deus se faria homem um dia.

E nós verificamos ao longo dos Evangelhos, como em alguns breves momentos um pouco da sua glória foi vista.

Por exemplo, por ocasião da transfiguração, os irmãos se lembram que a aparência do seu rosto mudou, não sabemos exatamente como, e os seus vestidos, suas vestes se tornaram muito brancas e resplandecentes. Eles viram, então, um pouco da sua glória, simplesmente para que eles estivessem seguros de que aquele Jesus que não tinha aparência nem formosura, ele era aquele que um dia havia deixado a sua glória e a recuperaria, como nós vemos claramente exposto no livro do Apocalipse.

Então, amados irmãos, nós ao longo dos evangelhos vemos mais alguma coisa a esse respeito.

Vemos o Senhor Jesus orando ao Pai a respeito deste assunto, os irmãos se recordam, quando Ele disse: “Pai, que os meus discípulos possam um dia estar comigo na glória e ver a minha glória”. E ele pediu ao pai que o glorificasse.

Nós, apesar de ele ter vivido, como já dissemos, a maior parte do seu tempo sem a sua glória, ele, João, João Batista, que conviveu com ele, viu um pouco da sua glória no momento do seu batismo, quando a voz do Pai foi ouvida: “este é o meu filho amado”.

Depois, o evangelista João disse: “vimos a sua glória como a glória do unigênito do pai”, provavelmente se referindo aos seus grandes feitos, as curas maravilhosas, os sinais que ele operou. Naquilo Ele viu, em certo sentido, a sua glória.

Mas o Senhor Jesus, ao longo dos evangelhos, ele anunciou: “porque o Filho do Homem virá na glória de seu Pai”, os irmãos se recordam.

Em outra ocasião, Ele disse: “quando na regeneração o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória”… Então ele já anunciava que um dia lhe seria restaurada a glória que ele havia desfrutado na eternidade.

Na oração sacerdotal, já vimos o Senhor Jesus quando Ele pediu ao Pai a respeito da glória que Ele desfrutara na eternidade. Ou, como nas suas palavras: “a glória que eu tinha contigo, ó Pai, antes que o mundo existisse. Glorifica-me assim, ó Pai”. Lembram-se?

“Pai, aqueles que me deste, quero que, onde eu estiver, estejam comigo para que vejam a minha glória que me deste”. Coisa maravilhosa.

E aí vemos o carinho do Senhor Jesus, a preocupação do Senhor Jesus com os seus discípulos, o que nos interessa de perto. Ele quer que nós estejamos lá contemplando a sua glória.

[Alexandre Gueiros embarga a voz como se quisesse chorar e os presentes glorificam]

Graças a Deus por isso.

Então, amados irmãos, nós vemos que… como é extraordinário, né? Essa preocupação do Senhor Jesus, o Todo-Poderoso, nós vamos ver agora no Apocalipse, quando a sua glória já lhe foi restaurada e João, que o havia conhecido desprovido da glória que ele verá ali no Apocalipse, João praticamente não o reconheceu.

Ele disse, então: “eu ouvi uma voz como de trombeta. Virei-me e contemplei um semelhante ao Filho do Homem”.

É parecido com aquele Jesus. O Filho do Homem era um título profético do Senhor Jesus, já usado pelo profeta Daniel. Os irmãos se recordam, né?

Então, eu vi um semelhante. Será que é ele mesmo? Isso estou dizendo eu, né?

Será? Semelhante…

Ele não disse: eu vi o filho do homem! Não! Semelhante o filho do homem!

Aí ele, obviamente, logo após ele vai entender, vai perceber que era mesmo o seu amado Salvador. Era o Senhor Jesus. E por quê? Ali o Senhor Jesus apareceu como completamente glorificado.

E João, nós sabemos, desmaiou, pelo que pudemos deduzir, né? Caiu aos seus pés ao contemplar tamanha glória, porque João, nós não sabemos como ele estava, mas ele ainda não havia recebido um corpo glorificado que todos nós receberemos um dia.

Por quê?

Quando nós vemos o Senhor Jesus ressurreto, e glorificado, nós sabemos que o Senhor Jesus é, no Evangelho, relatado como os primeiros frutos da ressurreição, as primícias dos que dormem. Ele ressuscitou, isso para nós é uma garantia de que nós também ressuscitaremos. Ele recebeu um corpo glorificado. Isso para nós é uma garantia que nós também receberemos corpos glorificados.

E amados irmãos, nesses corpos glorificados nós poderemos desfrutar plenamente desta visão gloriosa do Senhor Jesus glorificado. Que coisa maravilhosa, não é?

O seu sol brilhando como na sua força, ou seja, no sol ao meio-dia. Aquela espada saindo da sua boca, nos seus olhos como chamas de fogo, nós poderemos com toda tranquilidade, sem temor algum, sem temor algum contemplar essa visão.

Por quê? Porque aquele Jesus Rei já entronizado como Senhor dos senhores, rei dos reis, é aquele que nos ama. Nós já vimos. Ele nos ama. Aleluia.

Amados irmãos, louvemos, pois, o Senhor Jesus. Porque Ele habita já em nós pelo Seu Espírito.

E Cristo em nós é a esperança da glória, diz o apóstolo.

Amém?

Glorifiquemos o Senhor.