ESCOLA BÍBLICA OU PROPAGANDA? O QUE GEDELTI FEZ COM A EBD?

ESCOLA BÍBLICA OU PROPAGANDA? O QUE GEDELTI FEZ COM A EBD?

22 de junho de 2025 Off Por Sólon Pereira

Você já parou para refletir sobre o que realmente está sendo ensinado na Escola Bíblica Dominical da Maranata?

Nesta análise detalhada da EBD de 22 de junho de 2025, desmascaramos os mecanismos de manipulação doutrinária, os desvios de finalidade institucional, o uso político da fé e a repetição de chavões vazios para manter o controle espiritual sobre os membros.

💡 Descubra como a “preocupação com você” pode esconder projetos de poder, investimentos ocultos e um evangelho cada vez mais desfigurado.

Boa leitura!

EBD/ICM 22/6/2025

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NOSSOS COMENTÁRIOS SOBRE A MENSAGEM DE GEDELTI GUEIROS, EM REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES, NO CANAL DA IGREJA CRISTÃ MARANATA NO YOUTUBE! https://www.youtube.com/watch?v=Nb0jIxnD6xI  

 

GEDELTI

Bem, irmãos, a paz do Senhor.

Estamos sempre recebendo os bons abraços, da amizade sincera das crianças, não é? Até é dispensável. No entanto, elas fazem com amor e nós amamos, porque são os nossos queridos, aqueles que também temos todo afeto toda afeição e carinho por eles.

A nossa grande preocupação, falando a respeito de crianças, é lembrar a igreja de modo geral, aos pastores, aos obreiros, diáconos, irmãs, de que a nossa grande preocupação hoje está voltada para crianças.

Nós estamos mudando completamente o sentido, quer dizer, os objetivos da obra com relação ao grupo de pessoas. Então, o grupo de pessoas mais importante hoje é das crianças. Por quê?

Eu recebo… Vocês vão ter uma ideia. Essa semana recebemos 250 mil participações.

Do exterior, mais de 50 mil. Do exterior.

E há um mundo que está desapercebido a um processo de desenvolvimento, de crescimento e, ao mesmo tempo, de lutas que estão travadas para impedir a criança. Tudo que está sendo feito é para prejudicar a criança.

Então, as brigas, as lutas que o mundo está travando são lutas que não vão mudar.

Então, existe um grupo já definido de criar uma inimizade entre as pessoas.

Vejam só, é o preto contra o branco, o branco contra o preto. Coisa que o Brasil nunca teve! Nós somos uma etnia. Se há um povo bom que existe no nosso meio é aquele povo que veio da África. O que nós temos de bom, de melhor, porque é um povo que veio para trabalhar, um povo lutador, um povo humilde.

Então, mas a briga aí: preto contra branco, branco contra preto. E agora pra ir pra faculdade, tem que ser dessa cor, tem que ser daquela. Meus irmãos, tudo isso que vocês estão vendo é pra criar um ambiente de briga, de luta, de, vamos dizer, de confronto. O índio contra o caboclo, o operário contra o patrão, e lá vai.

E eu disse lá embaixo agora para os jovens, agora é a mulher contra o homem. Então agora eles chegaram no ponto certo. Aqui no Brasil o que nunca teve. É o árabe contra o judeu, o judeu contra o brasileiro, o brasileiro contra o judeu. Nunca teve! O Brasil nunca teve. Porque o Brasil recebe japonês, polonês, inglês, francês, alemão. Ele recebe todo mundo. Nós somos um país, mas eles já começaram a criar um problema dentro do país aqui, a favor de A, a favor de B.

Meus irmãos, isso é para dividir.

E eu falei lá embaixo, agora é a mulher contra o homem. O homem passou a ser feminino e a mulher passou a ser masculino. Negócio que nunca houve, isso não existe! Isso nunca existiu. Os direitos são iguais, está tudo certo, não se discute isso.

Mas essa briga, sabe pra quê? Pra atingir a criança. Ele vai nascer, não sabe depois quem é o pai, quem é a mãe. É um infeliz. Batendo numa porta, batendo noutra, jogado no meio da rua. É o pai que abandonou a casa, a mãe que não pôde sustentar. Ele foi no meio da rua. Meus irmãos, e é o que nós estamos vendo.

O que o governo está fazendo? Aquilo que tem que fazer. Cadeia e cemitério. Esse é o futuro da criança. E a nossa grande preocupação é cuidar da criança.

Mas o cuidar da criança é você que tem que cuidar da família.

O pastor tem que estar atento e vira uma coisa!  

Vou voltar aqui.

A participação hoje da criança na escola bíblia dominical é mais importante do que dos adultos.

Eles estão produzindo mais do que os adultos. Crianças que se convertem e os pais no mundo, eles vão pra dentro da igreja e trazem alguns pais. Meus irmãos, nós estamos vendo esse testemunho e nós não podemos fechar os olhos a isso! Nós temos que cuidar dessas crianças, elas são nossas.

Hoje nós vemos. Estávamos ontem aqui no nosso sítio, aqui, e vendo as nossas crianças. Não tem coisa melhor. Elas andando, brincando, correndo. O mundo não tem mais espaço pra eles. Você vai pra um parque, você não sabe se elas vão ser assaltadas, você não sabe se você vai chegar em casa. É um negócio, assim, difícil. Nós estamos criando ambientes pra nós, pro nosso povo, pra sobreviver.

Então, o presbitério, a igreja em si, ela tá vendo atrás do monte. Aquilo que ninguém tá vendo, ela tá vendo.

Nós temos um mundo em desenvolvimento. A ciência está desse jeito. Inteligência artificial está aí para todo mundo. Nós já entramos na área de inteligência artificial. O que estamos produzindo? Uma hidroelétrica. Por quê? Porque o Brasil não tem condições de sustentar uma inteligência artificial, porque não tem energia para isso.

Então, os Estados Unidos compraram a energia que sobrava, que vinha para o Brasil lá de Itaipu, que era do Paraguai, eles compraram. O país parou, esqueceu e perdeu uma massa de energia. Eles compraram para manter o sistema de inteligência artificial.

Meus irmãos, a obra do Espírito, ela caminha. Nós estamos juntos. Estamos unidos. E a nossa grande preocupação é o amanhã. Nós temos que colocar o nosso povo numa condição de competição. Vamos poder botar os nossos filhos. Nós hoje temos uma escola aqui. É mínimo, é mínimo, mas é um exemplo. Nós temos escola aqui.

As crianças, doze crianças com medalha de ouro, de prata, se distinguiram nas escolas aqui, nos municípios. Então, nós temos alguma coisa para oferecer aos nossos, mas nós temos que voltar o nosso olhar para essa formação.

Você pega uma criança dessas falando ali em cima, você olha, é um negócio fabuloso. Elas definem doutrinas que o adulto não consegue definir. É incrível, incrível.

Então é preciso ter cuidado com as professoras, ajudá-las, orientá-las.

Eu estou com um problema lá em Valadares. Eu gostaria até de chamar a atenção do grupo lá de Valadares. Os pastores em Valadares, façam uma reunião, visite igreja por igreja.

Visite uma igreja aqui chamada Graça. Vai lá, faça o que for necessário imediatamente!

Nós não podemos deixar as igrejas de qualquer maneira, não pode! Há um povo fiel que não pode ficar à deriva dependendo de alguém que não pode, que está doente, que tem três empregos, não pode!

Tem todo o direito, as pessoas têm todo o direito de trabalhar, de se viver a sua vida, mas um pastor, seja líder ou diácono, seja o que for, ele não pode assumir uma posição e deixar uma igreja em dificuldade!

A pessoa que nos escreveu, ela disse, não, a igreja é boa, os diáconos são trabalhadores, mas falta, está faltando, está faltando assistência.

Meus irmãos, nós não podemos deixar isso, o nosso tempo é curto!

A obra não tem mais muito tempo! O senhor colocou a nossa disposição, os meios de comunicação, nós temos que usar. Estamos usando, mas não está chegando nos lugares que precisa chegar. Então é preciso que chegue nos lugares.

Eu falei para os irmãos, estamos construindo aqui do lado um local pra ampliar aquilo que nós precisamos de inteligência artificial.

Há dias atrás falamos pra um grupo da Indonésia da China, Indonésia da Índia, do Butão de não sei o que, de Filipinas. Inteligência artificial, falamos aqui em Português e sai na língua deles. Nós queremos que isso saia pro mundo inteiro. É inglês, é francês, é russo. O russo nós já temos direto, praticamente.

Mas meus irmãos, Isso é importante que o nosso povo entenda. Entenda isso que ele tem que entender, que a nossa posição é cada um.

Nós não estamos preocupados com igreja, nós estamos preocupados com você.

Porque cada crente… Por quê? O que está acontecendo? Os nossos irmãos agora, eles estão assistindo às escolas bíblicas, e estão sendo subsidiados pros vizinhos, pros amigos, pros conhecidos, os colegas na escola. Eles estão sendo um foco de atração.

Meus irmãos, Deus tem colocado à nossa exposição a maior bênção que podíamos ter. É um momento que o Senhor abre para que o nosso povo complete aquilo tudo que o Senhor quer fazer.

Bem, sobre isso aqui, já falei, é uma introdução que não pude deixar de falar e lembrar que a Escola Bíblica Dominical é ensino. E nós estamos ensinando aos irmãos que estão aqui na China e no Japão.

Para os irmãos, para ter uma ideia, hoje nós temos a China. China é um país com quatro… quantos bilhões? 1 bilhão e 400 mil. Não, 1 bilhão e meio…

Veja só. A China foi o país mais visitado nos grandes avivamentos, Manchúria, aquela região toda, os grandes, os servos de Deus que morreram, eles morreram dentro dos calabouços da China. Hoje a China é um país que se diz… lá da religião deles, não tem nada com o chinês, nem quanto a situação deles, nem o que eles são, o que eles representam, porque é gente, é alma, e pra nós o que nós vemos é alma.

Qual a nossa preocupação? Nós estamos trazendo a evangelização por fora. Os países que estão em volta da China, é que nós estamos mandando subsídio. Eles estão vindo aqui, inclusive, naquela região, Mongólia. Mongólia! Porque o mongol ele fala o chinês. Então, ele entra e sai na China com facilidade. Nós temos hoje um pastor nosso lá em Xangai, ele é mestre em robótica, e ele é cedido pelo governo francês para dar aula de robótica na China. Vocês imaginam? Ele é até aqui de Vitória. Veja só, ele agora entrou em contato com um pastor chinês.

Meus irmãos, então nós estamos, nossa preocupação é o mundo que aí está. Não temos mais que estar preocupados com essa igrejinha aqui, aquela igrejinha ali. Não, tudo certo. Mas nós temos a preocupação com o mundo que aí está.

E quanto mais depressa acontecer, será melhor.

Agora vou voltar aqui a um aspecto importante. Os dois países que disputam a maior participação são os Estados Unidos e Portugal aqui.

Estados Unidos, a participação de 24 mil, quase 25 mil, na escola bíblica.

E Portugal, 23 mil, uma diferença de 900 pessoas para cada um deles nesses dois países. É um grande progresso para nós, mas nós queremos 250 mil, nós queremos o mundo ouvindo uma palavra que precisa, uma palavra necessária. E nós estamos empenhados nisso.

Nós temos outros países aqui como Moçambique, na África, nós temos 2 mil participantes, Moçambique.

Nós temos Bolívia, Bolívia sempre foi, né? 1600, Argentina, aproximadamente isso.

Então, nós estamos vindo, Chile, Chile cresceu, um grupo de chilenos esteve aqui, quando voltou, já tem uma escola bíblia imensa lá do Chile.

Meus irmãos, há um mundo sendo despertado, a América Central está sendo despertada, nós estamos mandando gente para lá, os pastores estão indo, estão voltando. Temos que entender da nossa grande responsabilidade, mas nós temos que preparar o nosso povo aqui, aqui. Porque o brasileiro entra em qualquer lugar.

Ele entra na África, ele entra no Oriente, no Ocidente, ele entra, sabe, por quê? Nós temos gente de todo tipo, de toda cor. Então é só mandar e sem problema.

Mas acontece, então, que isso é uma benção que o senhor tem nos dados, que o mundo não está entendendo, nem o Brasil está entendendo! A América que fazia isso. Acabou a América.

Quem ficou pouco por conta da evangelização do mundo, sabe quem? O Brasil! O Brasil.

Então, nós temos uma grande responsabilidade.

Aí você pergunta, é a tradição? Eu não tenho nada para dizer. É movimento? Oh, tá com problema nó pé, você vai ficar curado amanhã… Faz assim com o dedinho. Deus está curando, não tem problema! Mas isso não é evangelho. Isso não é o projeto de preparo de uma igreja que vai ser arrebatada!

Os irmãos estão entendendo?

Isso não é uma crítica. Isso não é uma crítica a isso que está sendo feito aí.

Mas isso é mostrar que o objetivo não está sendo atingido e nós temos que lutar. Por quê? O Senhor nos mudou, mudou!

Bom, restantes! É… agora vamos cuidar desse restante. Vocês vão falar agora, preparar a igreja para a sua partida.

E diz o texto… como guardaste… é o texto que eu quero falar.

Como é que está meu tempo aí, meu velho? Isso tudo? Cinco? O bobão ali. Não me bota em dificuldade, hein?

Como guardastes a palavra da minha paciência.

 Meus irmãos, olha aqui. Vamos abrir as nossas bíblias, se eu não errei. Vamos abrir as nossas bíblias em Mateus 24:29. Como guardastes… Vamos lá!

Como guardastes a palavra da minha paciência, eu também te guardarei da tribulação.

Vamos ficar nessa palavra: tribulação.

A palavra tribulação, ela está sendo trazida pela religião sem revelação.

Então quando a religião diz que a igreja vai ser arrebatada e depois… Não vai ser arrebatada! Vai passar pela grande tribulação…

Quando a religião, quando esse cristianismo que se acabou, do falso profetismo, diz que a igreja não vai ser arrebatada, que vai passar pela tribulação! Então essa palavra tribulação para nós interessa.

Então diz o texto, como guardastes a palavra da minha paciência, eu também… agora, em compensação, eu vou tirar vocês da grande tribulação.

Jesus fala em Mateus a respeito desse momento. A palavra tribulação, no original, é a mesma para aflição, para tentação, é a mesma no original.

Está aqui.

Tribulação é thlipsis. Essa palavra é usada no grego para explicar a palavra aflição, tentação, tribulação.

Quando ele fala sobre isso, lá no Apocalipse… você diz assim: Não, porque lá no Apocalipse está dizendo: quem são esses que vieram da grande tribulação.

Existem duas palavras, da e de. Quando vocês dizem da grande tribulação, foi daquele momento. De grande tribulação, foi de um tempo, de ocorrências, que essas tribulações existiram.

Então, o que nós ficamos? Nós ficamos de grande tribulação.

Por quê? A igreja viveu de grande tribulação. Se até falar uma palavra, nem sei se vai dar tempo.

Mas sobre a grande tribulação que a igreja sofreu em todo o decorrer da história, quem tem nos acompanhado nisso é o pastor Iahn, que está sempre trazendo as informações, as lutas da igreja, as aflições. Então, é DE grande tribulação.

E o texto aqui, no Apocalipse, fala a respeito, do capítulo 7, verso 14, desse momento DE grande tribulação. Quer dizer, quem são esses que vieram? Não, esses são os que vieram DE grande tribulação.

E eles são mártires, não é crente, não são servos de Deus que morreram no Senhor, são mártires.

E o texto diz assim, até que se cumpra o número deles, desses mártires. Quem foi mártir? Estevão foi mártir, um exemplo. Nós hoje temos mártires no mundo inteiro, as igrejas, os crentes fiéis, na Índia. Temos o caso nosso aqui, os irmãos que vieram aqui. Sacrificados, mortos, por amor ao Evangelho.

Então, ele diz assim: até se cumpra o número deles, como 144 mil, que não tem nada a ver com igreja. São 12 mil de cada tribo de Israel. É um aspecto completamente profético com relação a Israel.

Então, eles embolam tudo, sabe por quê? Não tem revelação.

Quem não tem revelação vai ficar para a Grande Tribulação.

E eu vou dizer mais o seguinte. A grande tribulação, ela virá depois do arrebatamento da igreja. Como guardastes a palavra, vocês não vão passar por isso.

Porque agora é a revelação.

Aqueles que estão com a revelação sabem que não vão passar. Sabe quem vai ficar? É quem não tem revelação. É por isso que eu sou mostrando que a palavra tem que ser revelada.

Mudou, vamos dizer, o enfoque mudou completamente, diferente das cartas que vinham até aqui. Quando chega no nosso momento, agora é… Nós estamos vivendo o momento, nós estamos vivendo esse momento. O avivamento veio para nós e está continuando.

 E o que o Senhor quer?

Ele quer pegar os últimos. Ele quer pegar, nós estamos trazendo de volta aqueles que estavam afastados.

É o último aviso para a igreja, não é para o mundo, não! Não é para o mundo, não!

Nós estamos dizendo para o mundo, mas o Senhor quer atingir os restantes.

Uma igreja que estava morrendo, estava se acabando, o Senhor quer levantar.

E nós temos essa grande responsabilidade de dizer isso, de trazer de volta…

Muitos não entendem, pensam que nós somos uma religião. É isso mesmo! Não entender não tem problema!

Nós temos que nos posicionar.

E vejam só, meus irmãos… Chegamos num ponto que não tem mais saída. Ou nós vamos nessa direção e com pressa. Na saída de Israel, diz assim: comereis o cordeiro apressadamente, porque nessa noite… é o tempo que nós estamos vivendo.

É o tempo profético que nós estamos vivendo da noite.

Essa noite meu anjo vai visitar os lares. Quem tiver com sangue, quem tiver com a cobertura do sangue, quem tiver no Espírito, vai. Quem não tiver, vai ficar, então, pra grande tribulação.

Mas o Senhor tem… e não estamos nem preocupados conosco. Nós estamos dizendo aos crentes de um modo geral que eles têm o direito da vida eterna. E se eles forem fiéis ao Senhor nesse momento, eles vão subir.

É isso que nós temos que dizer! E nós estamos dizendo isso.

Nós não estamos falando questão de religião, de denominação, nós estamos dizendo isso! Maranata, o Senhor Jesus vem!  Essa é a grande mensagem.

Meus irmãos, tem muita coisa para ser dita, mas vou parar aqui, lembrando com relação a isso.

E eu quero agradecer a minha amiguinha aqui, com o meu nome dela, Giovana. Giovana, um beijinho para você também, viu? Muito obrigado pela sua atenção, mandou uma carta, uma correspondência aqui amorosa.

Ela tem o quê? Eu acho que tem uns seis anos, se não me engano aqui, não sei. Mas não importa, somos da mesma idade, não é?

JOSIAS JÚNIOR

“A mente”, esse material é interessante.

Paz do Senhor, irmãos, esse material sobre “A mente” foi colocado na sexta-feira no nosso canal do YouTube, o Culto do lar foi essa mensagem “da mente”.

Então tá lá no YouTube, você pode assistir quantas vezes quiser. Quer repetir? (…) E também foi pra TV, na Band.

Foi em 2002.

Na TV Bandeirantes, foi pela TV também, no programa da Band ontem, uma hora da tarde, esse material de 2002 sobre “A mente”, uma mensagem que todos devem assistir.

 

NOSSOS COMENTÁRIOS

 

A Escola Bíblica Dominical (EBD) da Igreja Cristã Maranata (ICM) de 22 de junho de 2025, conduzida por Gedelti Gueiros, apresenta-se como um exemplo emblemático do sincretismo entre marketing religioso, exclusivismo doutrinário, propaganda institucional e um modelo eclesiástico altamente centralizador e autorreferente. A seguir, apresento uma avaliação crítica detalhada, com base nos aspectos teológicos, morais, filosóficos, hermenêuticos e institucionais, conforme solicitado, articulando também suas observações.


1. A “maior preocupação” como frase de efeito

Crítica: Gedelti repete a frase “nossa maior preocupação” em quase todas as EBDs, cada vez com um novo foco — crianças, evangelização mundial, inteligência artificial, energia, etc. Tal uso revela um recurso retórico de manipulação emocional, e não uma diretriz consistente da missão evangélica.

·       Filosoficamente, isso é sofisma: uma generalização emocional sem compromisso com a verdade contextual.

·       Moralmente, demonstra uma instabilidade ética na comunicação com os membros, disfarçando interesses institucionais sob o manto da preocupação pastoral.

·       Teologicamente, o pastor não é chamado a reinventar a missão da igreja semanalmente, mas a cuidar do rebanho com fidelidade às Escrituras (1Pe 5:2).


2. O fomentador da inimizade que prega contra a inimizade

Crítica: Gedelti critica divisões étnicas, raciais e sociais — como a oposição entre “preto e branco” — mas ao mesmo tempo alimenta inimizades eclesiásticas e doutrinárias, depreciando católicos, pentecostais, reformados e quaisquer igrejas que não sejam a ICM.

·       Ele chama as demais igrejas de “tradição”, “movimento”, “religião” ou até “cristianismo sem revelação”, esvaziando o valor do Corpo de Cristo fora da ICM (cf. Ef 4:4-6).

·       Hermenêuticamente, usa termos genéricos como “igreja” ou “povo de Deus” para universalizar a ICM sem admiti-lo diretamente, um truque linguístico sectário.


3. Preconceito e exploração do trabalho voluntário

Crítica: A suposta valorização da “mão-de-obra africana” remete implicitamente à lógica da ICM com seus voluntários — servos não remunerados, sem voz nem retorno.

·       O modelo de voluntariado da ICM, onde líderes não fazem os serviços exigidos dos membros, é autoritário e exploratório.

·       A frase “servo inútil” é repetida para desqualificar qualquer sentimento de injustiça ou reivindicação. Um uso moralmente degradante do ensino bíblico (Lc 17:10).


4. Exaltação das crianças como tática de controle

Crítica: A valorização exagerada das crianças na EBD parece mais um discurso instrumentalizante, visando formar obreiros obedientes e não cidadãos críticos.

·       A comparação depreciativa entre crianças e adultos não encontra paralelo em Jesus, que valoriza ambos sem contrapô-los (Mt 18:3-5).

·       Filosoficamente, isso é pedagogia da submissão: formar desde cedo pessoas que não questionem a autoridade clerical.


5. “Sítio Esperança”: sobrevivencialismo institucional

Crítica: A apresentação do sítio como um “lugar de sobrevivência” sugere um tipo de messianismo rural, onde se cria uma “arca da salvação” elitista, sem acesso democrático dos membros.

·       Os membros não têm direito de usufruir da estrutura mantida com os próprios dízimos.

·       Os fins do empreendimento parecem ocultos ou mal disfarçados, levantando sérias questões de transparência institucional.


6. Investimentos em energia e escola como desvio de finalidade

Crítica: A destinação de recursos eclesiásticos para hidrelétricas, fotovoltaicas e uma escola privada, inacessível à maioria dos membros, é um desvio de missão do ponto de vista bíblico.

·       Institucionalmente, revela uma igreja-empresa, gerida por uma casta superior sem consulta ou prestação de contas aos contribuintes.

·       A escola paga e restrita aos capixabas contraria o espírito de comunidade e igualdade do evangelho (At 4:32-35).


7. Exposição de pastor em Valadares

Crítica: Gedelti expôs nominalmente uma igreja e seu responsável, por não atender às “expectativas” do presbitério. A fala é coercitiva, desproporcional e antiética.

·       Moralmente, é impróprio expor líderes locais diante de milhares de pessoas em rede mundial, tratando como falha o fato de alguém ter de trabalhar para sobreviver.

·       Teologicamente, Jesus valorizava o trabalhador digno (Lc 10:7), e Paulo fazia tendas para não ser pesado à igreja (At 18:3).


8. “Estamos preocupados com você” — slogan vazio

Crítica: A frase repetida por Gedelti — “não estamos preocupados com a igreja, estamos preocupados com você” — esconde a realidade de uma estrutura eclesiástica vertical, que não ouve nem serve ao povo.

·       Os investimentos em AI, energia e escolas não têm qualquer relação prática com a vida espiritual dos membros.

·       É um discurso simbólico que mascara abandono institucional.


9. Propaganda da igreja e não do evangelho

Crítica: Mais da metade do tempo da EBD foi dedicado à promoção da ICM, seus avanços em outros países e sua liderança, com pouca ou nenhuma exposição bíblica genuína.

·       Há um uso estratégico da Bíblia apenas para reforçar doutrinas internas, e não para edificação do Corpo de Cristo.

·       Isso configura um culto à instituição, não a Jesus.


10. Insistência na tese “vieram DE e não DA grande tribulação”

Crítica: A repetição dessa exegese manipulada revela uma hermenêutica a serviço da doutrina institucional.

·       Em grego, a expressão em Apocalipse 7:14 é “ἐρχόμενοι ἐκ τῆς θλίψεως τῆς μεγάλης” — literalmente: “os que vêm de dentro da grande tribulação”.

·       A distinção entre “DE” e “DA” não tem base no texto original. É uma invenção para sustentar a doutrina maranata do arrebatamento antes da tribulação.

·       Consequência prática: nega-se a salvação a quem não compartilha da “revelação” da ICM.


Síntese final: a EBD como instrumento de manipulação

Esta EBD confirma a linha já presente nas anteriores:

1.     Doutrina escatológica desviada (quarta trombeta, tribulação sem arrebatamento bíblico).

2.     Centralização do carisma de Gedelti como profeta, gestor, visionário e juiz.

3.     Valorização do marketing sobre a Palavra.

4.     Instrumentalização de crianças, voluntários e pastores locais.

5.     Falsa universalidade: finge incluir, mas reforça a exclusividade da “igreja fiel revelada”.


CONCLUSÃO

A EBD de 22/6/2025 se revela como uma peça de retórica institucional a serviço da autovalidação da ICM como única igreja fiel e revelada. Ao mesmo tempo, despreza pastores que trabalham, voluntários que servem, membros que contribuem e outras igrejas irmãs em Cristo.

A manipulação das Escrituras e dos sentimentos do povo se mistura à propaganda de obras humanas, tudo em nome de um suposto preparo para o arrebatamento.

Você leu até aqui? Então entendeu o quanto é urgente discernir o verdadeiro evangelho do marketing institucional.

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