DENÚNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO: IGREJA CRISTÃ MARANATA

DENÚNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO: IGREJA CRISTÃ MARANATA

21 de junho de 2025 Off Por Sólon Pereira

Pastores denunciados pelo MP na Operação "Entre irmãos": o que diz a acusação pública?

Entenda esta publicação

Em 2013, o Ministério Público do Espírito Santo ofereceu denúncia criminal contra diversos pastores integrantes da alta cúpula da Igreja Cristã Maranata, incluindo pastores e pessoas ligadas à administração financeira da instituição. O processo ficou sob sigilo judicial por mais de uma década. Em 2025, com o encerramento da ação penal por prescrição (extinção da punibilidade), o conteúdo tornou-se público.

A seguir, o site Celeiros publica trechos da peça acusatória oficial do Ministério Público, especificamente relacionados a nomes que, conforme apuração editorial, ainda atuam como pastores da igreja e alguns exercem influência direta ou indireta sobre a direção e os rumos doutrinários, administrativos e patrimoniais da ICM.

Não há aqui qualquer afirmação de culpa, apenas a divulgação de fatos públicos, com base em documentos oficiais. Todos os dados pessoais protegidos por lei foram suprimidos.

Critérios editoriais

  • Fonte: Denúncia criminal oferecida pelo MP/ES no processo 0016347-86.2013.8.08.0024 (tornada pública em 2025);

  • Objetivo: Informar com base em fatos documentados de interesse coletivo;

  • Restrições: Dados pessoais (como CPF, RG, endereço, filiação etc.) foram suprimidos conforme a LGPD;

  • Enquadramento legal: Art. 5º, IX e XIV da Constituição Federal; Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação); jurisprudência do STF sobre liberdade de expressão e interesse público.

PEÇA DE DENÚNCIA

TRECHOS DA DENÚNCIA COM DESTAQUES

Amadeu Loureiro Lopes

Wallace Rozetti

Antonio Carlos Peixoto

Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira (Kaká)

Gedelti Gueiros

Daniel Moreira

Wallace Rozzete e Amadeu Loureiro Lopes

Amadeu Loureiro Lopes e Adelinda Simões Lopes

Contador e Advogados

DESVIOS IDENTIFICADOS ANTES DE 2013

Antônio Carlos Peixoto

Antônio Carlos de Oliveira (Kaká)

NOTA FINAL

Todos os trechos publicados acima provêm de documento público, de natureza oficial e com importância histórica e institucional. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público, sem que tenha havido, até a extinção da punibilidade, julgamento de mérito. A publicação visa fortalecer o direito à informação, à memória e à análise crítica de instituições religiosas com relevância pública.

Caso algum citado deseje direito de resposta ou apresentar retificação documental fundamentada, o espaço está aberto mediante solicitação formal.