O DEUS DA IGREJA CRISTÃ MARANATA É DIFERENTE!

O DEUS DA IGREJA CRISTÃ MARANATA É DIFERENTE!

7 de dezembro de 2025 Off Por Sólon Pereira

ANÁLISE CRÍTICA DA EBD DA IGREJA CRISTÃ MARANATA — 07/12/2025

Por Solon Pereira – Projeto Análise | Celeiros
Vídeo de referência: https://www.youtube.com/watch?v=rAoJsQYlOSU


1. Introdução

A EBD da Igreja Cristã Maranata do dia 7 de dezembro de 2025 repete elementos já conhecidos: a exaltação do “deus que fala conosco”, o discurso de exclusividade espiritual, a recusa de reconhecer erros publicamente, o apelo emocional pelo “amar mais a Jesus” e a articulação de alegorias do Antigo Testamento para sustentar a narrativa de que a Maranata é uma igreja especial, separada das demais — e, portanto, mais espiritual, mais fiel, mais obediente e mais digna.

Entretanto, quando confrontamos essas falas com a prática institucional, surgem contradições profundas, incoerentes com a ética cristã, com a Bíblia e com a própria lógica teológica que a ICM afirma professar.


2. JOSIAS JÚNIOR — A ORAÇÃO QUE CONFESSA, MAS NÃO CONFESSA

Josias inicia fazendo uma oração expressando que reconhece que são:

“falhos, imperfeitos e pecadores”

e pede perdão “pelo poder do sangue de Jesus”.

Mas isso contrasta radicalmente com a prática institucional da Maranata.

2.1. O problema da “confissão genérica” sem arrependimento bíblico

A Bíblia ensina que:

·       Perdão exige confissão verdadeira e específica (1 João 1:9);

·       Reconciliação exige pedido de perdão ao ofendido (Mt 5:23–24);

·       O humilde admite seu erro publicamente quando o pecado é público (Tg 5:16).

A Maranata nunca fez isso.

Exemplos concretos:

1.     Josias Júnior mentiu publicamente em 27/11/2021 ao afirmar que o canal oficial da igreja havia saído do YouTube por “problemas técnicos” — quando, na verdade, fora removido por violação das diretrizes da plataforma, só retornando via ação judicial. Ele sabia disso e, ainda assim, escolheu mentir ao público.

2.     A cúpula da igreja nunca confessou o escândalo revelado pelo Ministério Público em 2013, que identificou desvio de dízimos por pastores da alta liderança (fato público, comprovado e registrado em ações penais).

3.     A cúpula nunca pediu perdão aos irmãos processados injustamente — mais de 100 processos, muitos já transitados em julgado, revelando abuso do direito de ação e sofrimento imposto a ex-membros fiéis.

Portanto, perguntar se adianta “clamar pelo sangue de Jesus” sem confessar pecados públicos não é irreverência — é Bíblia pura.

É impossível haver perdão bíblico onde não há confissão bíblica.

A oração de Josias é bonita, mas está vazia da prática que ela mesma exige.


2.2. “Não pregamos uma religião, mas um Deus que fala conosco”

Josias afirma:

“Não estamos aqui simplesmente pregando uma religião, estamos falando de um Deus que fala conosco.”

Mas os fatos revelam o contrário:

·       A evangelização da ICM é feita levando a placa e a marca (logotipo), exaltando o nome MARANATA como marca registrada.

·       A igreja usa intensamente marketing institucional, inclusive com campanhas pagas.

·       Na prática, o “Deus que fala conosco” é usado para validar decisões humanas, muitas vezes contrárias à Bíblia, como perseguição judicial, exclusão de ex-membros, manipulação de revelações e imposição de obediência cega.

Se Deus realmente estivesse falando com eles, falaria sobre:

·       o dever de reparar injustiças,

·       a necessidade de confessar pecados,

·       o pecado do ódio a ex-membros,

·       o grave erro de processar quem apenas expôs abusos.

A Bíblia é clara:

“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso.” (1 Jo 4:20)

Portanto, o discurso de Josias não se sustenta nem espiritual, nem bíblica, nem moralmente.


3. GILSON SOUSA — O “AMAR MAIS JESUS” COMO FERRAMENTA DE CONTROLE

Na oração, Gilson pede:

“amar mais ao nosso Senhor e salvador Jesus Cristo”

Soa bonito — mas é um gatilho linguístico usado recorrentemente.

3.1. O problema teológico

A Bíblia não diz para “amar mais Jesus” como sentimento subjetivo.

Ela diz:

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” (Jo 14:15)

“Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros.” (Jo 15:12)

“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso.” (1 Jo 4:20)

Se amar Jesus significa obedecê-lo, então:

·       perseguir irmãos,

·       mover dezenas de processos judiciais,

·       inventar versões históricas falsas,

·       estimular rancor coletivo contra ex-membros,

…não é amar Jesus.

Isso é violar frontalmente seu mandamento.

3.2. Repetição de slogan como técnica de persuasão

Repetir “amar mais Jesus” sem ensinar o que Jesus mandou amar — o próximo —
é criar uma falsa sensação de santidade.

É psicológica e socialmente eficaz para fidelizar membros.

Mas é teologicamente desonesto.

Gilson, portanto, reforça um discurso que parece espiritual, mas desconecta amor e ética, amor e verdade, amor e confissão.

E isso, biblicamente, não é amor.


4. DINIZ CYPRESTE — A SUTILEZA DA CONSTRUÇÃO SECTÁRIA

Diniz apresenta uma mensagem habilmente elaborada.

Trabalha com alegorias do Monte Horebe e da sarça ardente para:

1.     construir identidade espiritual exclusiva;

2.     criar distinção entre “nós” e “eles”;

3.     reforçar a ideia de que a Maranata é a igreja da revelação viva;

4.     preparar emocionalmente o grupo para obedecer à “voz profética” da instituição.

4.1. “Nós não temos uma religião” — mas têm um sistema religioso rígido

Diniz diz:

“Nós não temos uma religião… mas uma experiência com Deus.”

Isso é típico discurso sectário.

Toda seita nega ser religião.

Testemunhas de Jeová dizem o mesmo.

A Universal também diz.

Movimentos sectários utilizam essa frase para afirmar superioridade espiritual sobre outras igrejas.

Mas a ICM:

·       possui liturgia própria,

·       possui hierarquia rígida,

·       possui estatuto, que esconde dos membros,

·       pratica rituais exclusivos,

·       possui doutrinas peculiares,

·       exige lealdade institucional,

·       pune dissidentes.

Isso é religião, e religião fortemente estruturada.

4.2. Construindo a autoridade profética

Segundo Diniz, a ICM:

·       não vive “do que ouviram falar”,

·       mas vive da “revelação direta de Deus”.

Isso cria um mecanismo de blindagem institucional:

·       Se alguém critica a doutrina, critica “o que Deus revelou”.

·       Se alguém questiona abusos, “não tem visão espiritual”.

·       Se alguém sai, “perdeu a revelação”.

É um sistema perfeito para impedir questionamentos e garantir submissão.

Mas há um detalhe teológico gravíssimo:

O Deus da ICM nunca revela seus próprios pecados.

O Deus da ICM nunca revelou:

·       o escândalo de 2013;

·       a mentira institucional sobre o canal derrubado do YouTube;

·       o erro grave de processar dezenas de pessoas;

·       o abuso psicológico que membros sofreram;

·       a omissão com necessitados;

·       a idolatria institucional à liderança.

O “deus que revela” só revela o que favorece a liderança — nunca o que a confronta.

E isso é sinal clássico de manipulação religiosa.

4.3. Chamado para “não ficar estéril na obra” — ou seja: trabalhar para a igreja

O discurso é sutil:

“Não vamos ficar estéreis na obra de Deus. Deus está nos chamando… Ele está nos enviando.”

Aqui, a noção de “santificação” e “voz de Deus” é usada para:

·       mobilizar voluntariado,

·       aumentar obediência,

·       reforçar disposição para servir sem questionar.

Mas o que é “obra” na prática?

·       arrumar templo,

·       tocar, cantar,

·       evangelizar levando a placa,

·       obedecer a revelações,

·       contribuir financeiramente,

·       sustentar a narrativa institucional.

O que a ICM tenta disfarçar com marketing enganoso é que:

Não há obra social.

Não há obra com pobres.

Não há obra com dependentes químicos.

Não há obra com órfãos.

Não há obras de misericórdia.

E Jesus disse:

“Tive fome e me destes de comer… estava nu e me vestistes.” (Mt 25)

A Maranata prega uma “obra” completamente desconectada do Evangelho de Jesus.

4.4. Ataque às outras igrejas

Diniz declara:

·       que outras igrejas são “sarças que se consomem”;

·       que são movidas pelo entendimento humano;

·       que não têm o Espírito Santo;

·       que vivem de intelectualidade;

·       que não dependem de Deus;

·       que são religião.

E conclui que só a ICM vive a verdadeira experiência com Deus.

Isso é exclusivismo religioso — e exclusivismo religioso é marca definidora de uma seita.


5. ALEXANDRE GUEIROS — A ORAÇÃO QUE CONSOLIDA A MENSAGEM DE EXCLUSIVIDADE

Ao encerrar, Alexandre ora:

“…vivendo de acordo com aquilo que Tu nos tens ensinado nesta manhã…”

Note:

Não pediu para viver “de acordo com os ensinamentos de Jesus”, mas de acordo com o que a EBD ensinou naquela manhã.

Ou seja, viver conforme:

·       a narrativa construída por Diniz e Gilson,

·       a teologia exclusivista,

·       a estrutura de autoridade interna,

·       a visão sectária da instituição.

5.1. A contradição final — a “bênção apostólica”

No encerramento:

“…a comunhão e as consolações do Espírito Santo sejam com todos nós e com todo o povo de Deus.”

Pergunta inevitável:

·       Eles têm comunhão com outras igrejas? Não.

·       Eles têm comunhão com ex-membros? Não.

·       Eles têm comunhão com quem os critica? Não.

·       Eles chamam ex-membros de quê? Apóstatas, caídos, hereges.

Então, “todo o povo de Deus” significa o quê?

Na prática, significa:

“Somente nós somos o povo de Deus.”

O uso da bênção apostólica, portanto, torna-se incoerente, quase irônico, diante do próprio exclusivismo institucional.


6. CONCLUSÃO — ESSA EBD CONDUZ A JESUS OU CONDUZ À INSTITUIÇÃO?

Quando avaliamos o conteúdo desta EBD:

·       não há arrependimento,

·       não há confissão,

·       não há humildade,

·       não há verdadeira doutrina cristã,

·       não há compromisso com a verdade histórica,

·       não há compromisso com justiça,

·       não há amor ao próximo,

·       há manipulação emocional,

·       há apelos à submissão,

·       há reforço de exclusivismo,

·       há retórica sectária,

·       há ataque indireto às outras igrejas,

·       há mensagens de autopromoção institucional.

Biblicamente, isso não aproxima ninguém de Jesus.

Aproxima da Maranata.

Aproxima da ideologia institucional.

Não aproxima do Evangelho — pelo contrário, afasta.

Jesus disse:

“Nisto conhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros.” (Jo 13:35)

Se a prática institucional da ICM é ódio, agressão judicial, mentira e ausência total de confissão, então essa EBD:

Não “revela Jesus” — revela a Maranata falando de si mesma.

A pergunta final é inevitável e necessária:

Onde está Jesus nessa mensagem?

Onde está o evangelho?

Onde está o amor ao próximo?

Não está.

O que está é uma narrativa cuidadosamente construída para fortalecer a identidade da instituição, não a fé cristã.

DEGRAVAÇÃO DAS MENSAGENS

JOSIAS JÚNIOR

Vamos orar ao Senhor agora.

Senhor, nós clamamos pelo poder que há no sangue do Senhor Jesus.

Depositamos nossa vida no Teu altar.

Senhor, reconhecemos que somos falhos, imperfeitos e pecadores.

Senhor, por misericórdia e pelo Teu imenso amor, que Tu estejas a nos perdoar pelo poder do sangue de Jesus, dos nossos pecados.

E nos dá, Senhor, o acesso à Tua presença e a condição de te louvar, de te adorar e de alcançar o teu ensino para nós nesta manhã, esta é a oração que nós te fazemos em nome do Senhor Jesus.

[LOUVOR INFANTIL]

A experiência do servo, mesmo ainda muito jovem, no caso do louvor que acabamos de cantar, como uma criança ainda, é de ouvir a voz do Senhor, é de ter uma experiência com Ele.

Não estamos aqui simplesmente pregando uma religião, estamos falando de um Deus que fala conosco.

E esse Deus, ele habita entre os querubins. Esse Deus é um Deus maravilhoso, todo-poderoso, soberano.

É este Deus que nós estamos adorando.

GILSON SOUSA

Essa escola bíblica nós estamos transmitindo em caráter muito excepcional para as nossas igrejas, para tratarmos de um assunto muito especial dentro do tema que está sendo abordado de o Senhor Jesus revelado na Palavra do Senhor, e mais especificamente, o tema relacionado às revelações do Senhor Jesus no Tabernáculo.

E hoje iremos fazer aqui uma abordagem relacionada ao Tabernáculo, que ela inicia desde um momento especial em que Deus se manifesta pela primeira vez lá no Monte Horebe, a Moisés.

E ali no deserto, na Península do Sinai, Deus se manifesta ali naquele lugar que vai ser o lugar que vai marcar sempre a presença de Deus ali até um momento muito especial.

Mas antes de dar continuidade a este aspecto, vamos agora fazer um convite a todos para estarmos de pé, as igrejas onde estiverem, os nossos irmãos, porque nós vamos agora orar ao Senhor nosso Deus e também ler um texto da palavra do Senhor para a nossa meditação.

(…)

Leiamos primeiramente o texto de Êxodo capítulo 3, verso 4 e verso 5. Leiamos todos juntos:

E vendo o Senhor, que se virava para lá a ver, bradou Deus a ele do meio da sarça e disse: Moisés, Moisés. E ele disse: eis-me aqui. E disse: não te chegues para cá, tira os teus sapatos de teus pés, porque o lugar em que tu estás é terra santa.

Aleluia.

Oremos ao Senhor nosso Deus.

Nosso Deus e Pai, nós oramos a ti, debaixo da cobertura do poder do sangue do Senhor Jesus e pedimos, oh, Pai a tua bênção sobre nós nesta manhã, ao estudarmos a tua palavra, para que neste estudo, Senhor, o teu Espírito Santo opere em nós a grande bênção de podermos conhecer mais o nosso Senhor e salvador Jesus Cristo e amar mais ao nosso Senhor e salvador Jesus Cristo, aguardando ansiosamente a sua volta, a sua vinda gloriosa, bendito seja o nome do Senhor. Nós oramos e bendizemos a Ti, em nome do Senhor Jesus.

Amém, glória a Deus.

Todos podem se assentar.

Nós vamos a partir de agora, irmãos, estarmos atentos a um momento muito especial que nos remete ao estudo do tabernáculo.

[aparentemente, Gilson está lendo um prompter]

É o momento em que Deus se manifesta ali gloriosamente ao homem que Deus escolhe e prepara ao longo de toda a existência dele, desde o seu nascimento até o momento em que ele passa os seus primeiros 40 anos ali no Egito.

Trata-se de Moisés. Aquele que Deus chamou para libertar o seu povo do Egito e Deus preparou convenientemente a Moisés.

E nessa passagem que acabamos de ler, nós vamos ver exatamente a forma como Deus chama um homem para fazer a vontade de Deus, a fim de que o projeto de Deus de libertação do seu povo do cativeiro do Egito, esse projeto pudesse ser executado.

E a Bíblia nos mostra o momento em que Deus chama Moisés lá no alto do Monte Sinai, ali em Horebe, onde Deus vai se manifestar a ele de uma forma gloriosa.

Após um período de 40 anos que Moisés viveu no Egito, onde ali, de certa maneira, Deus o preparou para agora ele viver um novo momento, uma nova etapa da sua existência, de mais 40 anos de vida, nos quais Deus ali, na terra de Midian, ali na terra do seu sogro Jetro, Deus iria agora preparar este homem, na condição de um pastor de ovelhas, cuidando de ovelhas, para depois ele passar os seus últimos 40 anos, até os 120 anos de idade, como o pastor de ovelhas que Deus escolheu para guiar o seu povo, desde a saída do Egito até a chegada à terra de Canaã.

Então ali está exatamente a revelação de Deus a um homem que Deus prepara para mais tarde, ao sair do Egito, caminho de três dias, chegaram até Horebe e ali então mais uma vez Deus vai se manifestar ao seu povo.

No mesmo lugar onde Deus chamou um homem e o testou e o preparou para ele tirar o seu povo do Egito, agora, ao sair do Egito, Moisés conduz novamente o povo para o lugar que Deus tinha preparado.

E ali, Deus se manifesta poderosamente no meio do seu povo.

Naquele momento em que, lá pelo capítulo 19 de Êxodo, o Senhor ali se manifesta no Monte Sinai na forma de fogos, os trovões, os relâmpagos. Aquele momento especial da glória de Deus se manifestando de uma forma tão esplendorosa.

Ali no Sinai, no Monte Horebe, vai ser exatamente o lugar onde Deus vai entregar a este mesmo homem as tábuas da lei. Vai entregar nas mãos dele a palavra de Deus que vai direcionar o seu povo.

E mais ainda, vai ser exatamente ali no mesmo Monte Sinai que Deus vai entregar nas mãos de Moisés o projeto de Deus, aquilo que ele viu no Monte Sinai para ele construir agora o tabernáculo conforme ao modelo que ele recebeu ali no Monte Sinai.

É realmente a parte que nós introduzimos agora este assunto e nós iremos dar continuidade hoje ao conhecimento do que é o preparo de um homem na presença de Deus para mais tarde Deus cumprir o seu projeto de retirada do seu povo do cativeiro do Egito e conduzi-lo até a terra prometida, algo que naturalmente vai nos fazer hoje muito bem aqui em termos de fortalecimento da nossa fé.

Moisés, o pastor que Deus escolheu, dando a ele ali um período de 40 anos em que ele foi preparado para ser aquele que Deus escolheu para conduzir o seu povo.

Ó pastor de Israel!

[LOUVOR]

DINIZ CYPRESTE

Glória a Jesus. A paz do Senhor a todos.

Dando continuidade ao estudo sobre um aspecto muito interessante, porque nós estamos falando do Monte Horebe.

Às vezes a Bíblia vai usar Horebe, às vezes ela vai usar Sinai, porque ficavam na mesma região, os estudiosos localizam ali o Monte Sinai como um pico, e Horebe seria aquela região ali, a cordilheira que ali estava.

Mas a Bíblia às vezes vai falar Sinai, às vezes fala Horebe.

Mas o que importa pra nós aqui é o seguinte, Moisés estava vivendo ali uma experiência com Deus, uma experiência pessoal, profética.

E eu gostaria de ler com os irmãos o verso 12, pra nós entendermos essa ligação daquilo que nós estamos estudando. Nós estamos estudando o tabernáculo e estamos vendo Deus se revelando. Deus vai falar, como o pastor Gilson disse na introdução, Deus vai mostrar ali o projeto do tabernáculo.

Mais tarde o Senhor vai mostrar, em Horebe. Mas em Horebe, Moisés tem a sua primeira experiência. E vejam como é que isso era profético da parte do Senhor.

Nada estava acontecendo por acaso.

Então o verso 12 diz:

E Deus disse, certamente eu serei contigo, e isso te será por sinal de que eu te enviei. Quando houveres tirado este povo do Egito, servireis a Deus neste monte.

Amém?

Então vejam bem, servireis a Deus neste monte, ali em Horebe. O que o senhor estava falando? O senhor já estava apontando para Moisés que depois que ele tirasse, era o chamado dele, e ele estava entendendo como uma coisa impossível. Como tirar um povo escravo da maior potência do mundo, como isso vai acontecer? O senhor disse: olha, eu vou te dar um sinal. Você vai ver como é que isso vai acontecer. Depois que vocês saírem, Aqui, onde eu estou me revelando a você, vocês vão me servir aqui.

E o senhor está falando ali da lei, que seria entregue, e está falando com ele também do projeto do tabernáculo: Olha, fareis tudo como eu vos disser.

Não podia mudar nada. Então era o projeto de Deus. Mas nós estamos chamando a atenção aqui para a profecia. E aí nós estamos falando de chamado. Deus está chamando Moisés para tirar um povo.

E nós estamos falando aqui do chamado da igreja, do meu chamado, do seu chamado, de como Deus nos chamou.

E veja como é que o texto bíblico é rico. O anjo do Senhor se revelou a ele, como o pastor Gilson leu aqui, no meio da sarça ardente. A sarça era comum no deserto, era um arbusto comum, mas o que chamou a atenção de Moisés para aquela sarça é que havia um fogo sobre ela e o fogo não a consumia.

No deserto, Moisés estava ali por 40 anos, era comum você ver uma sarça, que era um arbusto pequeno, frágil, e com o calor e a sequidão do deserto, muitas vezes ela entrar numa autocombustão, ela queimar e ser consumida rapidamente pela fragilidade dela. Mas aquela sarça era diferente, o fogo estava sobre ela e ela não se consumia.

Então, o Senhor está nos mostrando, estava mostrando a Moisés, está mostrando a nós, no nosso chamado, que nós somos essa sarça, essa árvore comum, que você olha em qualquer lugar do deserto e está lá na sua fragilidade, mas que o fogo de Deus sobre essa sarça, ele não é um fogo consumidor, muito pelo contrário, ele é um fogo que purifica, ele é um fogo que traz uma beleza, que traz uma glória.

Você deixa de ser algo comum, não pelo que você é, mas por aquilo que está sobre a sua vida. O poder de Deus na vida do homem faz o homem, aí está, você é um escolhido de Deus, não para a sua glória. Não é a sarça que é vista, mas é visto o fogo que está sobre a sarça.

E o nosso chamado é esse, Cristo em nós é a esperança da glória. O que o mundo precisa de ver não é o homem, não é a sarça, mas é o fogo que arde, que ilumina, que purifica e que nos capacita para a obra de Deus.

E aqui começa algo extraordinário, maravilhoso na vida de Moisés, como na nossa vida também da igreja, porque quando Deus chama o homem, Deus chama o homem para a santificação.

Isso foi uma verdade aqui e isso vai ser uma verdade quando o povo chega lá diante de Horeb. Quando o povo sai do Egito e foi servir o Senhor naquele monte, o Senhor mandou Moisés primeiro santificar o povo. Mas Moisés aprendeu primeiro isso com o Senhor. Porque quando o Senhor o chamou ali, a sarça ardendo, o Senhor falou para ele ali: descalça a sandália dos teus pés, porque a terra que estás é terra santa.

Deus quando chama o homem, ele chama o homem para a santificação, porque sem santificação é impossível agradar a Deus. Sem santificação ninguém vai ver a Deus. Não tem comunhão entre luz e trevas. Para ter comunhão com Deus é necessário a santificação.

Então Moisés estava maravilhado com a visão e ele se vira para ver e o Senhor diz para ele uma coisa. Moisés, olha. Primeiro, você quer comunhão? Tira a sandália dos teus pés, porque a terra que você está é terra santa.

Irmãos, o chamado do Senhor para nós é um chamado para a comunhão. E ali começa algo lindo na vida de Moisés, que é essa amizade com Deus. Ele começa meio que… meio assustado com tudo que ele estava vendo, mas ele fica maravilhado, e ali cria um vínculo, uma comunhão, e ele não podia viver mais sem essa comunhão.

Chega num determinado ponto da caminhada, você vai ver o Senhor dizendo, olha, Moisés, eu não vou mais com vocês, eu vou enviar um anjo.

Ele disse: Senhor, se o Senhor não for conosco, não nos faça subir daqui. Ele não sabia mais viver sem o Senhor. Não é alcançar as vitórias que o anjo pode me dar, mas é a necessidade da presença do Senhor na minha vida, dessa comunhão.

Nós vamos ver isso na vida dele mais à frente.

A voz de Deus chamando o homem Moisés, o Senhor o conhecia, era um escolhido do Senhor e a resposta dEle: eis-me aqui.

É a resposta do servo de Deus.

Um dia você ouviu o chamado. E esse eis-me aqui é se tornar servo. Tu és o Senhor! Eis-me aqui.  O que o Senhor quer? Agora eu quero ouvir a tua voz. Eu quero viver dessa voz. Eu quero viver nessa comunhão. Eu quero que o Senhor fale comigo.

Nós estamos entendendo, entendemos um dia como ele entendeu. Nosso Deus é um Deus vivo, é um Deus que fala, é um Deus que se revela.

E aí a pergunta de Moisés, quando ele olha para a glória do Senhor e depois daquele aprendizado. Primeiro ele foi príncipe no Egito, 40 anos.

Depois de 40 anos no deserto, ensinou a ele que ele não era nada, é a sarça. Igual você tem muita gente. Você é frágil, você é pequeno, e isso faz ele dizer ao Senhor, quando o Senhor diz Moisés, eu vou te enviar para tirar um povo, ele diz então ao Senhor: quem sou eu, Senhor? E não podia dizer outra coisa.

E o servo de Deus, ele vive dessa dependência, nós aprendemos isso. Cada vez que você, minha irmã, sobe, a um púlpito para uma aula de criança, para ministrar uma palavra para as senhoras. Quando você que é instrumentista vai tocar o seu instrumento, vai cantar um louvor no grupo de louvor, o pastor vai pregar a palavra, o nosso sentimento sempre é esse: quem sou eu, Senhor?

Se não for o fogo, se não for a presença do Senhor, se não formos enviados pelo Senhor, o que diremos?

Então há sempre esse temor no nosso coração. Aquilo que surgiu lá com Moisés. Moisés temeu. Quando ele viu o fogo ali e o Senhor disse: descalça a sandália dos teus pés, houve temor no coração dele. E o temor levou ele a fazer essa pergunta. Quem sou eu, Senhor?

Mas o chamado do Senhor é um chamado para uma mudança, é um chamado para a santificação, é tira a sandália dos teus pés, é mudança de atitude, é mudança de vida.

Moisés se vira para ver aquela visão, porque quando nós temos uma experiência com Deus, nós nos viramos para Deus, para ouvir a voz do Senhor. Quem sou eu, mas a cada dia dizendo eis-me aqui na santificação ao Senhor.

Quem sou eu que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel? Era uma missão realmente humanamente impossível.

Irmãos, a nossa salvação, o homem, ele não entra com nada. Deus nos chamou pela graça, e foi pela fé que nós cremos, a fé que é dom de Deus, que veio dele também, e Ele é tudo para nós, e nós vivemos a cada dia esse quem sou eu, Senhor.

É tirar as sandálias dos pés, é o novo caminhar, é a santidade, é a caminhada em reverência, no temor constante, andando no Espírito. O caminho é estreito e nós estamos vigilantes no caminho.

A identidade de Deus, o Deus dos patriarcas, quando Deus se revela, Ele quer saber qual é o teu nome.

Ele não perguntou quem és. Ele sabia quem ele era. Quem estava falando com ele era Deus e ele já tinha dito, eis-me aqui, Senhor.

Mas agora ele disse assim: qual é o teu nome?

E Deus não vai dizer para ele, eu sou o Deus, “eu era”. Ali estava o Deus, eu sou. Eu sou o Deus de teu pai. Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó.

E Moisés encobriu seu rosto porque temeu olhar para Deus.

[LOUVOR]

Glória a Jesus!

Que coisa maravilhosa quando Ele diz ali: quem sou eu, Senhor? E o Senhor estava tirando ele de trás da malhada de Jetro, né? Chamando ele para um projeto muito maior.

Moisés teve um sonho um dia de ser um libertador daquele povo. Mas ele viu que ele, como príncipe do Egito, não podia ser libertador daquele povo. Mas como servo do Deus Altíssimo, o fogo sobre a vida dEle, o poder de Deus sobre a vida dEle, ele ia poder ver que o nosso Deus é o Senhor dos senhores, e que Faraó não podia deter aquele povo.

Mas nós estávamos falando daquela posição de Moisés ali, quando ele pergunta: qual é o teu nome, Deus? Qual é o teu nome?

E Deus não disse pra ele, olha, eu fui o Deus de Isaque, eu fui o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. O Senhor diz que eu sou o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Isso é maravilhoso, né? Porque Isaac, Abraão, Isaque e Jacó já tinham falecido há muito tempo. E por que não foi o Deus eu fui?

Porque a bênção de Abraão, de Isaac e de Jacó foi a bênção de um Deus que dá vida eterna. Aquele que crê em Jesus nunca morrerá. Então, para eles, Deus não era o Deus eu fui, Deus continuava sendo o Deus eu sou.

E é muito interessante esse nome que Deus diz: o meu nome é eu sou, porque nome é para distinguir, né? João, Maria, João e José, para distinguir as pessoas.

Mas Deus é único, não há outro Deus, é “eu sou”, fora de mim não há outro.

E nós vamos ver mais tarde Jesus dizendo isso, né? Eu sou o pão da vida, eu sou a água da vida, eu sou a paz. Ele é tudo. Tudo que nós precisamos. Era isso que ele estava dizendo para Moisés.

É como você receber um cheque em branco. Você está precisando de quê? O que você não é, eu sou. Você é fraco? Eu sou forte. Você é pequeno? Eu sou grande.

Então, em Deus, nós encontramos tudo. Você tem medo da morte? Eu sou a vida. Eu sou a ressurreição e a vida. É o Deus “eu sou”. Se você pegar a Bíblia em algumas versões, como em francês, por exemplo, vai dizer “O eterno”. O nome de Deus ali, eu sou, é o eterno. Eterno é porque não tem passado, nem presente, nem futuro. Eu sou. Eu sou o que sou. Este é o meu nome eternamente.

E ali está aquilo que é conhecido como teofania, que é a presença de Jesus no Antigo Testamento. Porque Jesus é eterno. Ele é o verbo que se fez carne, mas por ele tudo foi feito. Ele estava com Deus quando todas as coisas foram criadas. E quem estava se revelando ali é o libertador, é o Deus libertador. É Jesus. Eu sou.

O anjo que estava ali falando com Moisés, o anjo do Senhor, é o Senhor Jesus.

É esse Jesus maravilhoso que Moisés estava conhecendo ali.

A fidelidade de Deus ao seu povo. Deus estava dizendo a ele, olha, eu ouvi o clamor do meu povo. Era profético o que estava acontecendo. Deus estava ouvindo o clamor, mas Deus estava cumprindo também a promessa que ele fez a Abraão. A promessa do Senhor. Disse o Senhor: tenho visto atentamente a aflição do meu povo que está no Egito. Tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores. Que coisa maravilhosa. Deus preocupado com a dor do seu povo. Mas ali estava se cumprindo a profecia. Abraão, eu farei de ti uma grande nação. Estava ali a promessa de um Deus fiel. Ah, mas se passaram centenas de anos. Mas Deus cumpre, Ele vela pela sua palavra para a cumprir.

Deus não muda o plano profético, não há improvisações na obra de Deus. Era aquilo que nós dissemos, Ele estava ali em Horebe dizendo: Moisés, nós estamos aqui em Horebe, a experiência que você está vivendo aqui comigo, o meu povo vai viver também. O meu povo me servirá neste monte.” Que coisa gloriosa. E a profecia se cumpriu. E o povo serviu no monte.

E como Moisés descalçou as sandálias, lá o Senhor disse: santifica o povo. Por quê? Porque como Deus estava falando com Moisés, Deus ia falar com o povo. O povo olhou para o monte, Moisés viu a sarça ardendo ali em Horeb. Quando o povo chegou em Horebe, o povo viu relâmpagos, trovões, o fogo de Deus sobre o monte e Deus falando no monte. E o povo ficou impressionado com aquilo e não podia mais ouvir aquela voz, aquele acontecimento. Aquilo encheu o povo de temor.

A experiência que Moisés viveu, Deus levou o povo para viver. Para quê? para ensinar ao povo o que ensinou a Moisés. Eu quero que vocês santifiquem as vossas vidas porque eu desejo habitar no meio de vós. Eu desejo ter comunhão convosco. Moisés estava aprendendo ali em Horebe. O povo passou pela mesma experiência.

Irmãos, Horebe é essa experiência do homem com Deus. Moisés tinha tido a dele, mas ele precisava de levar conduzir como pastor aquele povo a mesma experiência que ele teve.

Nossa experiência é essa também como igreja.

Nós não temos uma religião. Não foi alguém que chegou para nós e falou. Talvez alguém tenha nos falado como Moisés falou aquele povo. Mas esse alguém nos conduziu e nos levou, num propósito profético de Deus, a vivermos uma experiência com Deus.

Não é aquilo que nos falaram, mas é conhecer o Deus eu sou.

É esse Deus que quando se revela, gera temor no coração do homem. Chama o homem para a santificação e chama o homem para servir a Deus. Não vamos ficar estéreis na obra de Deus.

Deus está nos chamando para uma obra e Ele está nos enviando. Enviou a Moisés, mas estava chamando aquele povo para que o nome dele fosse glorificado na vida daquele povo.

O nosso chamado é o mesmo. Você teve uma experiência com o Senhor? O seu chamado é eis-me aqui. O que o Senhor quer? Qual o propósito? É vida profética. O que o Senhor quer de mim? Eu não sou nada. Quem sou eu? Mas tu és o Deus eu sou. E eu conheci o Deus que é tudo o que eu não sou.

Mas em Deus nós podemos todas as coisas. No poder de Deus, na graça maravilhosa de Deus.

A insegurança do homem é essa: quem sou eu? Quarenta anos antes, ele se achou capaz e viu que não era, mesmo sendo príncipe. O deserto o levou à experiência de saber quem ele era.

E ele entendeu que ele não era nada.

E Deus opera quando o homem entende isso.

Muitas vezes o homem tá cheio de religião. Muitas vezes o homem é até uma sarça. E acha que é alguma coisa. O religioso é assim. Mas é a sarça que se consome. É o homem sem o Espírito Santo. Tem gente querendo fazer a obra de Deus.

Moisés queria. Era filho de uma mulher religiosa. De uma mulher que teve até uma experiência com Deus, salvou o seu filho, temente a Deus.

Mas para você ser usado por Deus, você tem que entender que você não é nada.

E Deus viu a sinceridade de Moisés, o desejo dele de ser libertador, de ser alguma coisa.

E muitas vezes o homem na religião pensa assim, que no seu conhecimento, no seu intelecto, na sua força, na sua capacidade, ele pode dar até uma ajudinha a Deus.

Mas para sermos usados por Deus, Deus vai nos levar para o deserto e nos mostrar que nós não somos nada.

Como você tem muita gente.

Mas Deus está precisando de homens que se entreguem na mão de Deus e que você desapareça.

E quando alguém olhar para você, possa se maravilhar com a bênção do Espírito Santo que está sobre a sua vida e não com você, com o que você é, porque você é só mais um ser humano dos tantos que tem nesse deserto afora.

E esse foi o aprendizado de Moisés.

O nome de Deus. Moisés pergunta, qual é o seu nome? E a resposta foi maravilhosa: eu sou, me enviou a vós.

O homem pergunta, quem sou eu? E a resposta de Deus é essa, você não é nada, é isso mesmo.  

Mas eu sou, eu sou o Deus, eu sou.

Vamos entoar o louvor ao Senhor.

[LOUVOR]

ALEXANDRE GUEIROS

Estaremos orando agora. para que também a palavra do Senhor esteja gravada em nossos corações e possamos viver em conformidade com aquilo que o Senhor nos tem ensinado.

Glória ao Senhor. Glória a Jesus. Glória a Deus. Aleluia, Senhor.

Senhor Deus, estende Tuas mãos agora sobre o Teu povo, oh, Pai, e confirma a Tua palavra nos corações de todos nós, para que todos possamos, Senhor, estar vivendo de acordo com aquilo que Tu nos tens ensinado nesta manhã, especialmente, Senhor.

Nós te glorificamos porque temos prosseguido neste aprendizado a respeito do Senhor Jesus, do Seu amor por nós e da glória que o Senhor Jesus deseja manifestar em nossas vidas, apesar de nada sermos, Senhor, mas queremos assim, que realmente o Senhor Jesus possa estar se manifestando como Deus vivo em nossas vidas. E assim, Senhor, a Tua glória possa ser vista em nós.

E assim, ó Pai, usa-nos para a realização da Tua obra.

Que toda a Tua vontade seja feita através da Tua igreja, através de cada um de nós, Senhor.

E assim o Senhor Jesus possa ser mais e mais glorificado.

Nós te agradecemos assim, por esta manhã, por esta escola dominical.

E rogamos que o amor de nosso Deus e Pai, a graça salvadora do Senhor Jesus Cristo, a comunhão e as consolações do Espírito Santo sejam com todos nós, irmãos, e com todo o povo de Deus, hoje e para sempre.

Amém, Senhor.