A PROFECIA DA MARANATA NÃO SE CUMPRIU… E AGORA FALSO PROFETA?
Por Solon Pereira – Projeto Análise | Celeiros
Uma análise bíblica, ética e espiritual da EBD da Igreja Cristã Maranata (24/5/2026): o sangue de Jesus não pode purificar quem não se arrepende.
Vídeo de referência: https://www.youtube.com/watch?v=sFzZAb2qW1c
Degravação ao final.
INTRODUÇÃO
A Escola Bíblica Dominical da Igreja Cristã Maranata do dia 24/5/2026 trouxe mais uma sequência de interpretações alegóricas apresentadas como “revelação”, além de declarações historicamente problemáticas, associações tipológicas sem sustentação bíblica clara e um forte apelo à ideia de comunhão com Deus vinculada à estrutura institucional da igreja.
O estudo girou em torno do tabernáculo, da tenda de Davi e do templo de Salomão. Porém, mais do que um estudo bíblico, o que se viu foi a construção de uma narrativa simbólica extremamente livre, frequentemente desconectada do contexto bíblico original.
Além disso, um fato chamou muito a atenção: nenhuma explicação foi dada sobre a “revelação” anunciada na EBD da semana anterior.
A REVELAÇÃO DA EBD DE 17/5/2026 SUMIU
Na EBD do dia 17/5/2026 foi declarado:
“1:03:22 Amados irmãos, o Senhor revelou que durante esta escola bíblica, ele estaria operando saúde e CURAS no meio do seu povo, no meio das igrejas. Amém? Depois QUEREMOS RECEBER OS TESTEMUNHOS do que o Senhor operou na vida do seu povo, das igrejas, em toda parte DURANTE ESTA ESCOLA BÍBLICA.”
Mas chegou a EBD seguinte e:
- não houve testemunhos;
- não houve comprovação;
- não houve explicação;
- não houve retratação.
Isso é extremamente grave do ponto de vista bíblico. A própria Escritura estabelece critérios objetivos para avaliar quem fala em nome de Deus.
O CRITÉRIO BÍBLICO PARA AVALIAR PROFECIAS
A Bíblia diz:
“Mas o profeta que ousar falar em meu nome alguma coisa que não lhe ordenei, ou que falar em nome de outros deuses, terá que ser morto.”
“Mas vocês perguntem a si mesmos: ‘Como saberemos se uma mensagem não vem do Senhor?’”
“Se o que o profeta proclamar em nome do Senhor não acontecer nem se cumprir, essa mensagem não vem do Senhor. Aquele profeta falou com presunção.”
(Deuteronômio 18:20-22)
Também Ezequiel afirma:
“Suas visões são falsas e suas adivinhações, mentira. Dizem: ‘Palavra do Senhor’, quando o Senhor não os enviou.”
“Acaso vocês não tiveram visões falsas e não pronunciaram adivinhações mentirosas quando disseram: ‘Palavra do Senhor’, sendo que eu não falei?” “Por causa de suas palavras falsas e de suas visões mentirosas, estou contra vocês, palavra do Soberano Senhor.” (Ezequiel 13:6-8)
A pergunta inevitável é: se uma revelação verificável não foi confirmada, por que acreditar nas novas revelações dadas no mesmo ambiente e pelos mesmos líderes?
NOVA “REVELAÇÃO” NA EBD DE 24/5/2026
Pouco depois, já nesta EBD, foi afirmado:
“O Senhor revelou, pastor, que neste momento o Senhor Jesus em muitos lugares estaria batizando pessoas com Espírito Santo.”
Aqui surge um problema importante: essa nova revelação praticamente não pode ser verificada objetivamente.
Ou seja:
- a revelação anterior era verificável e não foi comprovada;
- a nova já é subjetiva e impossível de confirmar concretamente.
Isso cria um mecanismo muito perigoso: a autoridade espiritual deixa de depender da verdade dos fatos e passa a depender apenas da aceitação emocional do público.
“REVELAÇÃO” OU INVENÇÃO NARRATIVA?
Antônio Carlos de Oliveira afirmou:
“Essas três construções se refere historicamente a três épocas da história do povo de Deus.”
A partir daí foi criada a seguinte estrutura:
- Tabernáculo = período da Lei;
- Tenda de Davi = ministério de Jesus;
- Templo de Salomão = Igreja;
- Salomão = Espírito Santo.
O problema não é usar simbolismos. A própria Bíblia utiliza figuras e tipos proféticos. O problema é transformar interpretações livres em “revelações divinas”.
Em nenhum momento a Bíblia afirma:
- que a tenda de Davi representa o ministério de Jesus;
- que Salomão é tipo do Espírito Santo;
- ou que o templo de Salomão representa a Igreja do Novo Testamento.
São associações criadas pela própria instituição.
TEMPLO DE SALOMÃO = IGREJA?
Foi dito:
“O templo nos fala da igreja que é o corpo de Cristo, reunida no templo do Espírito Santo.”
A frase já apresenta problemas conceituais sérios. A palavra “igreja” muda constantemente de significado:
- ora é instituição;
- ora é povo;
- ora é templo espiritual;
- ora parece ser prédio físico.
Além disso, o Novo Testamento faz exatamente o contrário da centralização templária. Jesus disse à mulher samaritana:
“Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.”
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade.” (João 4:21-23)
Jesus estava rompendo com a ideia de lugares sagrados exclusivos.
Por isso, quando a EBD cria a ideia de que a comunhão com Deus depende de “estar na igreja”, entendida institucionalmente, surge um problema grave de exclusivismo religioso.
“ADORAR EM ESPÍRITO E EM VERDADE”
Antônio Carlos afirmou:
“Adorar em espírito e em verdade”, ou seja, “movidos pelo Espírito Santo” e “com base na Palavra de Deus”.
Mas o contexto bíblico não aponta para isso. Jesus não estava ensinando:
- uma metodologia litúrgica;
- um modelo pentecostal;
- nem uma fórmula denominacional.
O tema da conversa era: onde devemos adorar?
Jesus respondeu que a verdadeira adoração não dependeria mais:
- nem de Jerusalém;
- nem do monte Gerizim;
- nem de um templo específico.
O “em espírito” parece apontar para a dimensão interior do homem diante de Deus.
E “em verdade” aponta para autenticidade espiritual e realidade em Cristo.
A ARCA COMO MECANISMO DE CONTROLE RELIGIOSO
Antônio Carlos afirmou:
“Para estarmos em comunhão com Deus, precisamos estar em sua igreja.”
A narrativa construída na EBD parece seguir esta linha:
- no tabernáculo → só o sumo sacerdote tinha acesso;
- na tenda → os discípulos precisavam estar perto de Jesus;
- no templo → é preciso estar “na igreja”.
O efeito psicológico dessa construção é evidente: a comunhão com Deus passa a ser associada à permanência dentro da estrutura institucional correta.
Mas o Novo Testamento ensina justamente o contrário:
- o véu foi rasgado;
- o acesso foi ampliado;
- a presença de Deus deixou de estar vinculada a um lugar físico.
SALOMÃO COMO TIPO DO ESPÍRITO SANTO?
Marcelo Ferreira declarou:
“Aprendemos nas outras EBDs que Salomão é um tipo profético do Espírito Santo.”
Mas qual texto bíblico afirma isso? Além disso, a tipologia é extremamente problemática porque a maior parte do reinado de Salomão foi afastado dos propósitos de Deus:
- terminou sua vida em idolatria;
- multiplicou mulheres pagãs;
- construiu altares idólatras;
- explorou pesadamente o povo.
A Bíblia diz:
“E sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses.” (1 Reis 11:4)
Transformar Salomão em figura do Espírito Santo parece uma construção extremamente frágil.
“NO MINISTÉRIO DE JESUS NÃO HAVIA SACRIFÍCIOS”
Marcelo Ferreira afirmou:
“Durante o ministério de Jesus não há registro de sacrifícios.”
Mas isso é historicamente falso. Durante todo o ministério terreno de Jesus:
- o templo estava funcionando;
- os sacerdotes atuavam;
- os sacrifícios continuavam normalmente.
A Bíblia mostra isso claramente.
José e Maria oferecendo sacrifício
“E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém […] e para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: um par de rolas ou dois pombinhos.” (Lucas 2:22-24)
Jesus manda apresentar oferta no templo
“Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou.”
(Mateus 8:4)
O altar do incenso estava funcionando
“Apareceu-lhe um anjo do Senhor, posto em pé, à direita do altar do incenso.”
(Lucas 1:11)
Comércio de animais sacrificiais no templo
“Não façais da casa de meu Pai casa de negócio.” (João 2:16)
Isso desmonta completamente a narrativa apresentada na EBD.
TENDA DE DAVI = MINISTÉRIO DE JESUS?
Marcelo Ferreira afirmou:
“A tenda de Davi falava profeticamente do ministério do Senhor Jesus.”
E depois explicou:
“A tenda era simples […] assim foi o ministério de Jesus.”
Mas isso é uma construção alegórica criada pela própria instituição. A lógica usada foi:
- tenda simples → Jesus simples;
- arca na tenda → presença de Deus em Jesus;
- transição histórica → transição espiritual.
Só que isso não é exegese bíblica. É imaginação simbólica.
Além disso, existe um problema histórico gravíssimo: durante o período da tenda de Davi os sacrifícios continuavam acontecendo normalmente em Gibeom.
Ou seja: a própria narrativa da EBD entra em contradição.
O SANGUE DE JESUS VIROU FÓRMULA RITUAL?
Marcelo Ferreira afirmou:
“O ofertante cria no poder do sangue que estava sendo derramado.”
A fala parece servir para justificar a doutrina do “clamor pelo sangue de Jesus”. Mas o Novo Testamento nunca apresentou o sangue de Cristo como fórmula mágica automática.
A Bíblia conecta salvação com:
- arrependimento;
- confissão;
- fé;
- transformação moral.
O próprio João Batista pregava:
“Arrependei-vos.”
(Mateus 3:2)
Pedro pregou:
“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado.”
(Atos 2:38)
João escreveu:
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar.”
(1 João 1:9)
O problema é que a doutrina apresentada pela EBD pode gerar a ideia de que:
basta “clamar pelo sangue” e tudo está resolvido, mesmo sem arrependimento verdadeiro.
Isso transforma o evangelho em ritualismo espiritual.
O PROBLEMA MORAL DAS LIDERANÇAS
A crítica feita ganha ainda mais peso quando se observa que:
- erros doutrinários não são corrigidos;
- profecias não cumpridas não são explicadas;
- lideranças não pedem perdão publicamente;
- e críticas são frequentemente respondidas com processos judiciais.
Surge então uma pergunta ética importante: o sangue de Jesus está sendo apresentado como instrumento de transformação moral ou apenas como mecanismo religioso de absolvição institucional?
A CONTRADIÇÃO DO SEMINÁRIO DE JOVENS
Marcelo Ferreira afirmou:
“Hoje tivemos aqui um jovem quebrantado […] outro foi salvo.”
Mas a circular 098/26 dizia:
“Somente poderão participar dos seminários membros devidamente convertidos e com testemunho de conversão.”
A contradição é evidente: se os jovens foram “salvos” no seminário, então não eram convertidos antes.
Isso significa:
Ou a circular não é aplicada;
Ou o discurso da EBD é retórico e exagerado.
DIREITOS AUTORAIS: DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS?
A transmissão utilizou músicas de:
- Asaph Borba;
- Bené Gomes;
- Ministério Koinonya.
Mas, segundo a observação apresentada, sem créditos claros aos autores na descrição da transmissão.
O problema ético se agrava quando se lembra que a própria ICM já utilizou reivindicações autorais contra canais críticos, inclusive contribuindo para a derrubada do canal “Maranata em Questão”.
Isso gera uma evidente assimetria moral: usa-se material de terceiros livremente;
mas direitos autorais são acionados quando o conteúdo é crítico à instituição.
CONCLUSÃO
A EBD de 24/5/2026 revelou mais uma vez:
- interpretações criativas tratadas como revelação;
- alegorias sem sustentação textual;
- contradições históricas;
- exclusivismo institucional;
- ausência de prestação de contas sobre profecias;
- e um forte risco de ritualização da fé.
O problema não é espiritualidade. O problema começa quando líderes religiosos falam em nome de Deus, mas recusam ser examinados pela própria Palavra de Deus.
DEGRAVAÇÃO
WALLACE ROZETTI
7:24 Nós saudamos a todos. Com a paz do Senhor Jesus. Estaremos agora apresentando a nossa Escola Bíblica Dominical da Igreja Cristã Maranata neste mesmo horário onde temos sempre feita os domingos. E por certo, você que nos acompanha pelos canais e mídias sociais, informamos que estaremos apresentando essa escola bíblica de forma de um culto ao Senhor. Em se tratando de um culto, estaremos iniciando com a oração ao nosso Deus.
7:58 Mas lembramos que às 10:10 entrará uma vinheta, onde entraremos em rede via satélite para todas as igrejas que estarão em culto presencial, onde estarão participando conosco dessa Escola Bíblia Dominical.
8:14 Para darmos início, eu vou convidar para que estejamos em reverência a Deus aqui onde estamos, iremos nos ajoelhar para clamar pelo sangue de Jesus. Mas você que nos acompanha pelas redes sociais, esteja à vontade para se colocar diante do Senhor.
8:41 Eterno Deus, nós clamamos pelo poder que há no sangue de Jesus, quando pedimos o perdão, a libertação e que possamos, Senhor, nessa hora desfrutar de plena comunhão com teu Espírito Santo. Que todos os atos deste culto seja para louvor e honra do teu nome. Nós assim oramos em nome de Jesus.
9:05 Amém. Podemos assentar.
LOUVORES:
– Reveste, Senhor, teu povo
– Jesus ia subindo o monte (Mas Ele ressuscitou, Asaph Borba – Este louvor constou inicialmente no álbum “Que Posso Eu Fazer”, lançado em 1982.)
– Ele é o rei dos reis
– Alto preço (Asaph Borba)
17:23 Nós queremos saudar a todos nas igrejas que a partir de agora recebe o sinal com a paz do Senhor Jesus.
17:32 Nós estamos dando seguimento, prosseguimento ao estudo da habitação de Deus no meio do seu povo. Examinaremos hoje o conjunto do tabernáculo de Moisés, da tenda de Davi e do templo de Salomão e suas representações e relação à pessoa do Senhor Jesus. Eu quero convidar a todos que puderem estar de pé aqui no Maanaim e nas demais igrejas, porque nós estaremos fazendo a leitura da palavra de Deus e depois estaremos orando para que Deus possa abençoar os nossos corações.
18:06 Nós vamos abrir a Bíblia, carta aos Hebreus, no capítulo 10. Estaremos lendo o verso 10, o verso 11 e o verso 12. Eu quero convidar todos para estarmos lendo esse texto comigo:
18:28 E assim todo sacerdote aparece cada dia ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios que nunca podem tirar os pecados. Mas este, havendo único sacrifício pelos pecados, está assentado sem sempre à destra de Deus.
18:50 Oremos ao Senhor. Pai eterno, nós clamamos mais uma vez pelo poder do sangue de Jesus, porque temos a necessidade de absorver, de deixar que a tua palavra possa ter lugar no nosso coração, para que assim possamos ser edificados e preparados para o grande dia do Senhor. Opera grandemente. Desta forma nós assim oramos em nome de Jesus. Amém. Podemos assentar.
19:39 Vamos cantar um louvor.
LOUVOR: Ao único que é digno de receber (cujo refrão é “Coroamos a Ti, ó Rei Jesus”) foi composto por Bené Gomes (Benedito Carlos Gomes). A canção foi lançada originalmente em 1988 pelo Ministério Koinonya de Louvor.
ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA (KAKÁ)
21:59 Glória a Deus. Saudamos a todos que participam aqui no Maanaim e nas igrejas com a paz do Senhor Jesus.
22:06 Dando sequência ao estudo agora do tabernáculo, a tenda de Davi e o templo, nós vamos falar dando ênfase ao cordeiro, conforme o Senhor mostrou.
22:21 A figura do cordeiro é a ênfase no estudo de hoje, pois o cordeiro é um símbolo do Cristo que viria salvar a humanidade dos seus pecados.
22:34 NO TABERNÁCULO, NA TENDA E NO TEMPLO, o móvel era a arca, pois representava a presença do Deus vivo no meio do seu povo.
22:46 Mas QUAL FOI A DIFERENÇA ENTRE ESSAS TRÊS EDIFICAÇÕES? ESSAS TRÊS CONSTRUÇÕES SE REFERE HISTORICAMENTE A TRÊS ÉPOCAS DA HISTÓRIA DO POVO DE DEUS.
23:03 O TABERNÁCULO DE MOISÉS se refere à primeira época chamado período da lei, quando Deus determinou a construção deste santuário. No culto, cada israelita individualmente poderia entrar pela porta do pátio e oferecer sacrifícios de cordeiros e outros animais por seus pecados.
23:28 Somente os sacerdotes podiam eh lavar-se na pia, dando além do altar dos holocaustos, lavar-se na pia de bronze e entrar pela… [cortaram a parte final da frase]
23:35 O templo era uma construção mais ampla e muito mais bela do que o tabernáculo.
23:41 Cumprindo profecias dadas na época do tabernáculo, o templo foi construído em Jerusalém, também chamada de Sião na Bíblia, por estar situada no monte que também se chama Sião.
24:03 No templo, então, foram realizados sacrifícios muitíssimo mais do que no tabernáculo. A palavra fala de uma quantidade incontável, incontável, digo, de animais sacrificados somente na consagração do templo. E mais, no templo havia aqueles turnos de cantores instrumentistas estabelecidos por Davi, ou seja, uma poderosa glorificação do Senhor.
24:31 Os irmãos já perceberam que O TEMPLO NOS FALA DA IGREJA QUE É O CORPO DE CRISTO, REUNIDA NO TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO.
24:43 Lembramos que Jesus morreu para reunir em um corpo os filhos de Deus que estavam dispersos.
24:51 No período da igreja, que é o Novo Testamento, BASEADO NO SANGUE DE JESUS, NOS FALA DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO SOBRE TODA A IGREJA, nos levando também a uma grande glorificação.
25:07 Essa glorificação da igreja foi profetizada pela glorificação pelos cantores e instrumentistas, instrumentistas. Ela fala da nossa condição de adoradores. Texto em João, apóstolo João diz: “Deus busca adoradores que o ADOREM EM ESPÍRITO E EM VERDADE”, ou seja, MOVIDOS PELO ESPÍRITO SANTO, unido ao nosso espírito E COM BASE NA PALAVRA DE DEUS, QUE É A VERDADE.
25:43 É assim a nossa adoração. Lembremos agora o objetivo de Deus ao determinar a construção da arca. O objetivo era habitar no meio do povo. A arca representava a presença de Deus.
25:57 Profeticamente a arca representa algo mais. Ela nos fala de Jesus, pois um de seus nomes é Emanuel. palavra hebraica que significa Deus conosco.
26:13 O desejo do povo era estar perto de Deus. NO PERÍODO DO TABERNÁCULO, PARA ESTAR EM PLENA COMUNHÃO COM DEUS, PRECISAVA DE TER ACESSO AO SANTO DOS SANTOS PARA ENTÃO ESTAR DIANTE DA ARCA.
26:29 Isso era possível ao sumo sacerdote.
26:34 A arca, repetimos, também era a figura do Senhor Jesus, que é Deus conosco. Mas NO PERÍODO DA TENDA DE DAVI, QUE NOS FALA DO PERÍODO DE TRANSIÇÃO ENTRE A LEI E A GRAÇA, O PERÍODO DO MINISTÉRIO DE JESUS, SE ALGUM ISRAELITA DESEJASSE ESTAR DIANTE DA ARCA, PRECISARIA SE DIRIGIR À CASA DE DAVI, pois a arca estava ao lado de sua casa em uma tenda.
27:06 E nós já aprendemos que Davi foi um tipo do Senhor Jesus, amado Pai, por sua disposição de fazer toda a vontade de Deus. Na época da transição, entre a lei e a graça, que foi o período do ministério do Senhor Jesus, OS DISCÍPULOS PRECISAVAM ESTAR JUNTOS DO SENHOR JESUS, QUE É O NOSSO DAVI.
27:29 O nome Davi significa o amado. Deus testificou a respeito do Senhor Jesus em seu batismo, afirmando também no Evangelho de João: “Eis o meu filho amado em quem tenho prazer”.
27:52 Já Salomão, SALOMÃO, ESTE FOI UM TIPO DO ESPÍRITO SANTO PELO FATO DE QUE ELE CONSTRUIU O TEMPLO PARA QUE A ARCA PUDESSE NELA HABITAR PERMANENTEMENTE.
28:03 Então, uma breve explicação. DAVI DEU TODO O MATERIAL PRA CONSTRUÇÃO do templo e Salomão construiu. O SENHOR JESUS DEU A SUA VIDA POR NÓS E O ESPÍRITO SANTO EDIFICA O TEMPLO NAS NOSSAS VIDAS.
28:24 O TEMPLO, SABEMOS NOS FALA DA IGREJA DO SENHOR JESUS, QUE O ESPÍRITO SANTO COMEÇOU A EDIFICAR NO PENTECOSTE, 50 dias após a ressurreição do Senhor Jesus.
28:32 A palavra de Deus nos afirma que nós, crentes do Novo Testamento, da nova aliança de Deus com a Igreja, habitamos com o Senhor Jesus permanentemente.
28:47 PARA ESTARMOS EM COMUNHÃO COM DEUS, PRECISAMOS ESTAR EM SUA IGREJA, QUE É O TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO.
28:56 Mas temos que lembrar agora que para ter proximidade com a arca, ou seja, comunhão com Deus diante do seu trono de graça, era preciso que houvesse antes sacrifício de animais, inclusive de cordeiros.
29:12 Esses animais eram sacrificados no altar dos holocaustos, no pátio do tabernáculo, no templo. Mas o primeiro sacrifício de cordeiros pelos pecados dos israelitas foi oferecido por ocasião da saída do povo de Israel do Egito.
29:37 Essa saída nos fala da nossa salvação, a libertação da escravidão, do pecado e do inimigo. Nesse momento, o Senhor determinou que um cordeiro fosse sacrificado em cada família, para que a família dele se alimentasse e para que o sangue do cordeiro fosse passado na porta da casa. Isso foi necessário para que o juízo da morte não penetrasse nas casas e matasse o filho mais velho de cada família. Nos fala PROFETICAMENTE DE COMO DEVEMOS NOS ALIMENTAR DO SENHOR JESUS E DE NOS BENEFICIAR DO SEU SANGUE PARA TERMOS O PERDÃO DOS PECADOS, SERMOS LIVRE, LIVRES DA MORTE ESPIRITUAL e desfrutarmos de vida abundante.
30:29 Sabemos que o juízo da morte mataria os primogênitos para satisfazer a justiça de Deus. A LEI DE DEUS DETERMINAVA, TEXTO BÍBLICO: O HOMEM QUE PECAR MORRERÁ, mas Deus em sua infinita graça e no seu amor inescrutável, ou eh insondável, né? Insondável.
30:58 Vou repetir. Deus, na sua infinita graça e no seu amor inescrutável, decidiu dar ao pecador a oportunidade de vida. No seu plano maravilhoso, ele decidiu que um cordeiro novo, sem defeito nem mancha, morreria no lugar do pecador.
31:19 Notemos bem, um cordeiro inocente, manso, que não fez mal algum, deveria morrer. Por que isso? Porque todos os cordeiros sacrificados na Páscoa e depois no tabernáculo e no templo de Salomão prefiguravam o sacrifício do Senhor Jesus na cruz do Calvário.
31:50 Daí a razão pela qual João, o João Batista, ao ver o Senhor Jesus, apontou para ele e disse aos seus discípulos: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” O Senhor Jesus foi o cordeiro inocente sem pecado, que morreu em nosso lugar.
32:07 Vimos, pois, AS TRÊS EDIFICAÇÕES SOBRE AS QUAIS TEMOS ESTUDADO ULTIMAMENTE, O TABERNÁCULO, A TENDA DE DAVI E O TEMPLO DE SALOMÃO, APONTANDO PARA O PERFEITO E ÚNICO SACRIFÍCIO DO SENHOR JESUS.
32:25 Louvado seja o nome do Senhor. Estaremos cantando o louvor ao Senhor, nosso Deus.
LOUVOR: Ao cordeiro que foi morto
MARCELO FERREIRA
35:06 Nós saudamos todas as igrejas, os maanains, todos que estão conosco com a paz do Senhor.
35:15 A essa altura nós já compreendemos que todos os sacrifícios realizados no Velho Testamento, no tabernáculo de Moisés, no templo de Salomão, eram necessários para que o homem, o israelita, pudesse ter uma plena comunhão com o Deus santo.
35:37 Temos entendido que todos aqueles sacrifícios e representavam e apontavam para um único sacrifício santo, eterno e perfeito, que seria o sangue de Jesus derramado por nós para nossa salvação.
35:59 Diante do estudo que nós estamos tendo das três edificações ou dos três santuários, o tabernáculo de Moisés, a tenda de Davi e o tempo de Salomão, há duas perguntas que são necessárias serem feitas acerca dos sacrifícios.
36:21 A primeira pergunta é: por que que não há registros bíblicos que havia sacrifícios na tenda de Davi?
36:32 Então, a primeira pergunta é essa. Por que não há registros bíblicos que havia sacrifícios na tenda de Davi?
36:42 E a segunda pergunta é esta: por que no templo de Salomão os sacrifícios se multiplicaram em multidões a tal ponto que não se podia contar?
36:57 Essas duas perguntas trazem o ensinamento histórico, bíblico, mas também profético.
37:02 Mas antes de respondermos diretamente essas duas perguntas, quando nós estávamos preparando e orando pelo conteúdo da EBD, O SENHOR DEU UMA VISÃO que ajuda a compreender o início dessa resposta.
37:24 O pastor que teve a visão:
Ele via os três templos, os três santuários. Ele viu o tabernáculo, ao lado, ele viu a tenda de Davi e depois ele viu o templo de Salomão. E à frente, adiante dos três, um cordeiro branco. A lã, eles, a lã era branca, branca, branca. Não havia uma mancha sequer. Mas de acordo ali o Senhor era adorado, o cordeiro ia crescendo. E quanto mais ele ia crescendo, mais ainda. Chegou um ponto em que ele ficou tão grande que não se via mais templo, não se via mais tenda, não se via tabernáculo, só se via o cordeiro.
38:13 Porque só a ele é adoração, porque ele é o centro do projeto de Deus. Então essa visão nos leva a compreender que só há um único sacrifício suficiente para a salvação do homem, o cordeiro. Porque o cordeiro é grande.
38:29 Grande é o Senhor e muito digno de de ser louvado, de ser glorificado. Isso mostra nessa visão, o cordeiro ocupando tudo. É que só há um intermediário entre o homem e Deus, Jesus Cristo, o justo.
38:46 Só há um caminho. Por isso ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Jesus é o caminho e nós glorificamos ao Senhor porque nós achamos o caminho. E nós sabemos agora qual é o nosso destino. Pela visão fica clara uma verdade. Em todos os tempos só houve salvação, graças ao Senhor Jesus, porque ele é o cordeiro eterno.
39:20 Veja o que está escrito no livro de Apocalipse. Ele é o cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Os irmãos compreenderam?
39:32 Jesus não passou seu cordeiro morto somente quando ele foi à cruz. Antes que o mundo fosse formado, ele já era o cordeiro que foi morto e que é digno de receber a glória e a honra e o poder e a majestade e toda a glorificação, porque a ele glória na igreja.
40:01 Ele é o cordeiro que foi morto antes da fundação do mundo por toda a humanidade, por todos nós.
40:08 Então, e queridos irmãos, né, as igrejas, aqueles que nos assistem, nós chegamos a uma conclusão, que lá no Velho Testamento, o ofertante, seja eh no tabernáculo, seja no templo, ELE QUANDO DAVA A SUA OFERTA, ELE CRIA NO PODER DO SANGUE QUE ESTAVA SENDO DERRAMADO.
40:32 Ainda que não compreendesse isso, o sentido profético, ainda que não entendesse o mistério que estava ali, mas ELE CRIA QUE AQUELE SANGUE DERRAMADO DAQUELE INOCENTE ERA PODEROSO PARA PERDOAR OS PECADOS DELE E DAR ELE PLENA COMUNHÃO COM DEUS. Porque Jesus já era o cordeiro morto antes da fundação do mundo, aquele que morreu por toda a humanidade. Ou seja, este ofertante, pela obediência dele, pela obediência dele, a uma revelação de Deus, uma determinação de Deus acerca do sacrifício, ele era salvo pela obediência de algo que ele não entendeu, mas ele é alcançado profeticamente, porque aquele sangue representava o alto preço que Jesus pagaria por cada um de nós e por toda a humanidade.
41:30 Agora vamos voltar aquela primeira pergunta que foi feita. Por que que na tenda de Davi não há registros bíblicos que havia sacrifícios?
41:45 O que se entende é que naquele período os sacrifícios eram realizados onde estava o altar do holocausto, distante dali. Quem fosse a tenda de Davi, não ia encontrar sacrifícios. Era uma tenda simples, dentro estava a arca, mas em volta havia louvor.
42:05 Os cantores e os músicos cantando os altos louvores de Deus.
42:13 Qual o mistério que está aqui? Qual era o sentido profético? Nós já estudamos sobre isso.
42:21 A TENDA DE DAVI FALAVA PROFETICAMENTE DO MINISTÉRIO DO SENHOR JESUS. Porque a tenda foi uma transição entre o tabernáculo e o templo. E o ministério de Jesus foi uma transição entre a lei e o período da graça.
42:41 A tenda representa muito bem o ministério de Jesus, porque a tenda era simples, não tinha aqueles cortinados coloridos do tabernáculo, não tinha os metais preciosos no tabernáculo, prata, ouro, bronze, linho, não tinha. Ela era simples, mas dentro estava a arca de Deus, dentro estava a glória do Deus todo poderoso. Assim foi o ministério de Jesus, um homem simples, sem aparência, mas ele era o próprio filho de Deus, o todo poderoso. Nele estava a glória do unigênito do Pai.
43:21 Então, entendemos PORQUE DURANTE O MINISTÉRIO DE JESUS NÃO HÁ REGISTRO DE SACRIFÍCIOS. NOS EVANGELHOS NÃO HÁ REGISTRO DE SACRIFÍCIOS. Porque durante o ministério de Jesus só haveria um sacrifício, o do próprio Senhor Jesus na cruz do Calvário, pagando por nós um alto preço.
43:46 Hoje a paz que nós temos custou caro Senhor. Hoje podemos estar aqui glorificando, né? Dizer glória a Jesus, dizer aleluia, mas a nossa glorificação custou cara. Para você pode ser simples abrir a boca, mas Jesus pagou um alto preço para ter aqui hoje uma igreja que glorifica o seu nome.
44:10 ENTÃO, NO PERÍODO DO MINISTÉRIO DE JESUS, A SALVAÇÃO JÁ ESTAVA EM JESUS.
44:15 Aqueles durante o ministério de Jesus que criam no filho de Deus eram salvos. Os discípulos que creram em Jesus, que morreu por eles na cruz, foram salvos em Jesus. Porque quem tem o filho tem a vida, diz a palavra.
44:34 Nós iremos agora a segunda pergunta, que foi uma mudança considerável, porque no templo de Salomão os sacrifícios se multiplicaram em multidões, mas na época do templo de Salomão, houve uma multidão de cordeiros e de outros animais sacrificados pelos pecados do povo. Foi uma quantidade nunca dantes vista. Olha o texto, não sei se pode projetar o texto pros irmãos lerem.
45:07 Então o rei Salomão e toda a congregação de Israel que se tinha congregado com ele diante da arca, sacrificaram carneiros e bois que se não podiam contar nem numerar por causa da sua multidão.
45:28 Louvado seja o nome do Senhor.
45:32 APRENDEMOS NAS OUTRAS EBDS QUE SALOMÃO É UM TIPO PROFÉTICO DO ESPÍRITO SANTO. Falando do período aqui o do Salomão e o templo, O PERÍODO DA IGREJA, O PERÍODO DA GRAÇA, O PERÍODO DO NOVO TESTAMENTO.
Então o que que isso tá profetizando? Que no período da graça ia se multiplicar as operações gloriosas do Espírito Santo NO NOSSO MEIO.
45:58 Batismo com o Espírito Santo, vidas transformadas, lares restaurados, homens alcançados, a redenção da alma do homem e uma igreja comprada pelo precioso sangue de Jesus.
46:13 Meus irmãos, a expressão do texto é: não podia contar, não se podia numerar. Queridos irmãos e igreja, nós não temos como contar, numerar o que o Espírito Santo está fazendo NO NOSSO MEIO, porque é glorioso, porque é maravilhoso.
46:38 Não há, é impossível alguém contabilizar o que o Espírito Santo vem fazendo durante toda a história da igreja, em operações de maravilhas, em profecias se cumprindo, em orações respondidas, em filhos são alcançados, em casamentos fortalecidos, em uma igreja que já anseia pela eternidade.
46:58 Olha, na verdade não dá para enumerar nem o que o Senhor fez na vida de cada um aqui. Você consegue na sua vida contabilizar o que o Espírito Santo fez desde que você converteu, você não consegue. É imensurável. A cada instante ele tá operando. NÃO TEM COMO ENUMERAR O QUE ELE TÁ FAZENDO AQUI NESSA MANHÃ EM CADA IGREJA AQUI NESTE MAANAIM, em todas partes do mundo. Porque nós estamos aqui, mas o Espírito Santo tá se movendo nas igrejas. Aqui hoje nós tivemos um dia maravilhoso com os jovens. Aqui um jovem quebrantado, outro ali foi batizado com o Espírito Santo, outro foi liberto, OUTRO FOI SALVO. É o Espírito Santo se movendo no meio da igreja. Então, só nos cabe, na verdade, glorificar.
47:50 E o mais importante de tudo, se multiplica o número de salvos, se multiplica o número daqueles que creem no sacrifício de Jesus por eles e passam a ter o seu nome escrito no livro da vida.
48:13 Mas agora encerrando e nós vamos encerrar com uma pergunta, com uma pergunta. Como foi possível que um sacrifício apenas fosse suficiente para pagar pelos pecados cometidos por toda a humanidade em todos os tempos? Um único sacrifício.
48:29 Olha, primeiro, se um homem que não fosse Deus, um homem, ainda que ele fosse perfeito, imaculado, não cometesse erros, o máximo que ele pode fazer é morrer pela sua própria salvação, não negando a fé, mas ele não pode salvar o outro.
48:48 Mas como poderia o sacrifício apenas de um homem ser suficiente para perdoar pecados de toda a humanidade em todos os tempos desde Adão? Só uma forma, somente a vida de um homem que pudesse valer a vida de todas as pessoas.
49:07 E a vida deste homem teria que ter um valor imensurável. Somente alguém que tivesse vida em abundante. Somente um homem em que ele mesmo fosse a própria vida. E este homem existe. Ele foi Jesus de Nazaré.
49:24 O homem que disse: “Eu sou a vida. Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Ele era a própria vida. Ele não tinha uma vida em abundância. Ele é a própria vida. Ele não a vida de 60 anos, 80, ele é a vida eterna. ENTÃO, A VIDA DESTE HOMEM VALE MAIS DO QUE A VIDA DE TODA A HUMANIDADE.
49:46 Por isso, podemos ainda perguntar a cada um que está conosco hoje. Qual o valor de uma alma?
50:00 Qual valor você daria à alma de um homem? Olha, há coisas que já tem um valor definido, um valor tabelado ou de mercado, mas há muitos objetos e coisas que não tem um valor definido. É difícil definir qual o valor que tem um quadro raríssimo e de grande.
50:23 Geralmente o valor de algo é o valor que alguém está disposto a pagar por aquilo. Então, qual é o valor da alma do homem? Jesus comprou as nossas almas com o seu sangue. Sangue inocente, sangue justo do Deus que é a própria vida. ENTÃO, O VALOR DA ALMA É O SANGUE DE JESUS. Mas não se pode mensurar, não se pode calcular, não se pode definir o valor do sangue de Jesus. Qual é, qual o valor da alma nós falamos e do sangue. Porque esse sangue foi capaz de comprar e de salvar todas as almas desde Adão até hoje.
51:11 É o sangue capaz de dar salvação à humanidade de todas as épocas. Não! O poder do sangue de Jesus é infinito, é mensurável. Mas nós podemos afirmar a poder no sangue de Jesus, a redenção no sangue de Jesus, a salvação no sangue de Jesus. Queridos irmãos, chegando ao final, a palavra nos ensina o salário do pecado é a morte.
51:44 Então se conclui que o preço do pecado é a morte.
51:52 O preço do pecado é a morte. E Jesus se dispôs a pagar o preço do nosso pecado
52:01 com a sua morte, com a sua vida. Jesus pagou por nós um alto preço e por isso estamos aqui hoje vivos. E vivos na presença do Senhor. O mundo pode ter se esquecido do sacrifício de Jesus, mas nós não esquecemos. HÁ UMA IGREJA QUE É CONSCIENTE E QUE SABE QUE O PODER DO SANGUE DE JESUS, QUE O SEU SACRIFÍCIO NÃO PODE SER MEDIDO, NÃO SE PODE DETERMINAR UM VALOR, PORQUE É UM SANGUE. Foi como João viu no livro de Apocalipse.
52:41 É possível colocar esse texto? E podíamos encerrar cantando, lendo juntos.
52:45 Nós vamos depois vamos cantar um louvor falando do alto preço que Jesus pagou por todos nós. Convido a todas as igrejas, os irmãos aqui a juntos lermos esse texto em glorificação ao Senhor Jesus. Comigo:
53:03 Dignos é de tornar o livro e de abrir os seus selos, porque fostes morto e com o teu sangue comprastes para Deus homens de toda tribo, língua, povo e nação.
53:21 Louvado seja o nome do Senhor Jesus.
LOUVOR: Alto preço (O louvor “Alto Preço” foi composto pelo cantor e compositor cristão Asaph Borba em parceria com Jan Gottfridsson. A canção é um clássico da música congregacional brasileira, escrita e registrada na década de 1990.
MARCELO FERREIRA
56:21 Glória a Jesus. Glória a Jesus. Glória. Aleluia. Graças. De pé, irmãos.
56:28 O SENHOR DÊ UMA REVELAÇÃO a um dos pastores que nós encerrávamos essa escola bíblica dominical com momento de adoração ao cordeiro que foi morto. Aleluia.
56:43 E O SENHOR REVELOU, pastor, QUE NESTE MOMENTO O SENHOR JESUS EM MUITOS LUGARES ESTARIA BATIZANDO PESSOAS COM ESPÍRITO SANTO.
56:54 Aleluia.
LOUVOR: Digno é o cordeiro
INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS ESTRANHAS
1:02:11 Meus servos, minha igreja amada. Eis que o meu cordeiro, o meu filho amado, ele tem visitado os vossos corações. Porque nesta manhã eu estabeleço um novo momento, porque é uma operação gloriosa do meu Espírito Santo que visita os vossos corações.
1:02:36 EIS QUE, COMO JÁ ORIENTEI, ESTOU BATIZANDO ALGUNS MEU ESPÍRITO SANTO. Estou renovando os dons espirituais na vida da minha igreja e tenho vos dado a consciência que o vosso louvor, que a vossa adoração é para aquele que vive para todo sempre. Recebei a porção do vosso Deus e já podeis glorificar o nome do vosso Senhor.